De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o pesquisador e historiador Cesar Campiani Maximiano, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), lançou o livro "Barbudos, Sujos e Fatigados", que retrata o desempenho dos combatentes brasileiros durante a Segunda Guerra Mundial. Segundo o autor, os componentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) não estavam devidamente preparados para lutar contra as forças alemãs e cometeram imprudências custosas às forças aliadas. Segundo o pesquisador, os “pracinhas”, como eram chamados os soldados brasileiros, careciam de treinamento específico, além de desconhecerem a complexidade das situações as quais seriam expostos durante o conflito. Paulo Marcos Gomes Lustoza, antigo capitão de mar e guerra, retomou o assunto em coluna opinativa da Folha, ao indagar se os recrutas de hoje –seis décadas após o término da Segunda Guerra Mundial – estariam ou não preparados, material e psicologicamente, para o combate direto. (Folha de S. Paulo – Brasil – 03/04/11; Folha de S. Paulo – Opinião – 04/04/11)
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