De acordo com os
periódicos Correio Braziliense e O Estado de S. Paulo, a corveta V-34 Barroso
da Marinha brasileira resgatou, na noite de 04/09/15, 220 imigrantes que
viajavam clandestinamente nas proximidadesdo litoral da Itália. Segundo os
periódicos, a corveta comandada pelo capitão de fragata Alexandre Nunes
navegava pelo Mar Mediterrâneo a caminho de Beirute, no Líbano, quando foi
contatada pelo Centro de Busca e Salvamento da Itália, que solicitou que o
navio brasileiro procurasse a embarcação ilegal detectada próximo à Grécia. A
equipe da corveta Barroso respondeu ao pedido de socorro e, após navegar por
uma hora, localizou o transportador ilegal, embarcou os imigrantes e ofereceu
serviço médico a bordo para os casos mais graves de desidratação e queimaduras.
De acordo com o periódico, os imigrantes foram levados à Catânia, no litoral
sul da Itália. A operação contou com a participação de duas embarcações
menores, pertencentes à guarda costeira italiana. Os periódicos informaram que
a corveta V-34 seguiu para o Líbano a fim de substituir a fragata União,
integrante da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas
no Líbano (UNIFIL), da Organização das Nações Unidas. Segundo o jornal O
Estado, a corveta possui 103 metros de extensão, tem capacidade de deslocar
2400 toneladas com autonomia de 30 dias, e teve o sistema de armas de bordo
configurado para atender à força tarefa com disparadores de mísseis Exocet,
canhões e de lançadores de torpedos. (O Estado de S. Paulo – Internacional –
05/09/15; Correio Braziliense – Mundo – 06/09/15;)
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Ministro das Relações Exteriores analisa os 70 anos da ONU e a atuação do Brasil
Em coluna de opinião
no jornal O Estado de S. Paulo, o ministro das Relações Exteriores, Mauro
Vieira, analisou os 70 anos da Organização das Nações Unidas (ONU) e a busca
pela paz. Segundo Vieira, a ONU foi fundada em meio aos escombros do maior
conflito da História – a Segunda Guerra Mundial – e foi concebida para
trabalhar em favor dos mais elevados ideais da comunidade internacional: a paz,
o respeito aos direitos humanos, o progresso e o bem-estar da humanidade. De
acordo com o ministro, o Brasil foi um dos 51 membros fundadores da ONU e sua
atuação sempre foi relacionada à busca de dois objetivos: a preservação da paz
e a promoção do desenvolvimento. Ele citou o discurso da presidenta da
República, Dilma Rousseff, na abertura da Assembleia-Geral da ONU, quando
assinalou que o país defende que “as políticas de desenvolvimento sejam, cada
vez mais, associadas às estratégias do Conselho de Segurança na busca por uma
paz sustentável”. Vieira relatou que o Brasil tem contribuído com a promoção
concreta da paz, pois nas dez vezes em que o país ocupou o assento não
permanente no Conselho de Segurança, trabalhou favorável à “solução pacífica
das controvérsias e da superação das causas profundas dos conflitos”, a exemplo
da exclusão política, social e econômica. O ministro recordou que, desde a
fundação da ONU, foram realizadas 69 operações de manutenção da paz, e dessas,
o Brasil participou de 40. Além disso, oficiais do Exército brasileiro exercem
hoje o comando militar das missões no Haiti (Minustah) e na República
Democrática do Congo (Monusco) e o comando naval da missão no Líbano (Unifil).
De acordo com Vieira, o Brasil se compromete a seguir atuando para fortalecer a
ONU e melhor prepará-la para enfrentar os desafios globais. Para ele, a
comunidade internacional não tem alternativa ao reforço do multilateralismo,
pois é por meio dele que os Estados poderão buscar soluções para os problemas
comuns. (O Estado de S. Paulo – Espaço Aberto – 26/06/15)
sábado, 22 de outubro de 2011
Tropa de elite da Marinha brasileira atuará em missão de paz no Líbano
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, entre os 300 militares brasileiros enviados para a missão de paz da Organização das Nações Unidas no Líbano, a chamada Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), estão presentes integrantes da tropa de elite da Marinha, os chamados mergulhadores de combate (Mec). Segundo a Folha, os Mec utilizam armas diferenciadas e são especialistas em rapel, paraquedismo e uso de explosivos. Os Mec atuarão no controle e abordagem de embarcações a serem fiscalizadas, especialmente em possíveis casos de contrabando de armas. (Folha de S. Paulo – Mundo – 09/10/11)
domingo, 9 de outubro de 2011
Fragata brasileira embarca para o Líbano
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, no dia 06/10/11 a fragata União embarcou com 300 militares brasileiros rumo ao Líbano, para integrar Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). A força marítima da missão é composta por navios da Alemanha, Bangladesh, Grécia, Indonésia e Turquia, e comandada pelo contra-almirante brasileiro Luiz Henrique Caroli. O objetivo da missão é evitar o ingresso ilegal de materiais bélicos no país. De acordo com o comandante da fragata, Ricardo Gomes "vamos verificar as embarcações que chegam. Se alguma não colaborar, teremos que intervir de forma enérgica”. Um dos militares embarcados na fragata é o 3º sargento Gilson Clemente, que já esteve na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah). De acordo com Clemente os militares estão preparados para lidar com qualquer situação que possa surgir durante a missão. Na mesma data do embarque da fragata brasileira, o coordenador especial da Organização das Nações Unidas para o Líbano, Michael Williams, afirmou que a missão tem recebido ameaças, porém não revelou detalhes sobre o ocorrido. (Folha de S. Paulo – Mundo – 07/10/11)
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Brasil deve enviar apoio militar para Unifil
De acordo com informação veiculada nos jornais Folha de S. Paulo e Correio Braziliense, a presidente da República, Dilma Rousseff, e o Congresso Nacional aprovaram o envio de um helicóptero e de uma fragata da Marinha com até 300 homens para compor a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil – sigla em inglês). O Brasil lidera desde fevereiro de 2011 o comando naval da Unifil. A fragata a ser enviada comandará um esquadrão de oito embarcações internacionais, sendo responsáveis por patrulhar o litoral sul do Líbano e evitar ações ilícitas na fronteira. (Correio Braziliense – Política – 30/09/11; Folha de S. Paulo – Mundo – 29/09/11)
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