Mostrando postagens com marcador Eduardo Campos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eduardo Campos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Acidente de Eduardo Campos terá causa “indeterminada” em relatório final da Aeronáutica

Segundo o periódico Folha de S. Paulo, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável por investigar acidentes aéreos, determinará a causa do acidente que ocorreu com a aeronave Cessna 560XL, em que viajava o então presidenciável Eduardo Campos, como “indeterminada”. De acordo com o periódico, o órgão somente pressuporá o comportamento do avião e da tripulação, analisando os destroços do acidente e desconsiderando certas possibilidades, devido ao fato de não haver informações relevantes nas caixas-pretas da aeronave, o Cockpit Voice Recorder (CVR) não ter gravado as conversas ocorridas minutos antes da queda e o avião não possuir um Flight Data Recorder (FDR), usado para registrar informações sobre o voo. Raul de Souza, responsável da Aeronáutica pela investigação, já havia informado, em janeiro de 2015, que os pilotos não possuíam instrução apropriada para controlar a aeronave, necessitando de um treinamento mais aprofundado. A Aeronáutica informou, ainda, que a investigação está em seu estágio final, embora não tenha sido estabelecido um prazo para sua finalização. (Folha de S. Paulo – Poder – 10/08/15)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Irmão de Eduardo Campos afirmou que pedirá indenização às vítimas do acidente

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou querer que a União e a empresa estadunidense Cessna, fabricante da aeronave na qual Campos viajava quando ocorreu o acidente, paguem as indenizações às vítimas do voo e aos moradores afetados. A Folha afirmou que o pedido será apresentado ao Ministério Público Federal. Segundo o periódico, a ação tem como alvo a União, pois a base aérea de Santos, é de responsabilidade da Força Aérea Brasileira (FAB), que não deveria ter autorizado o pouso da aeronave durante o mau tempo. Em nota, a FAB afirmou que não comentará as falhas que Antônio Campos apontou, pois “à Força Aérea cabe apenas investigar o acidente para identificar os fatores contribuintes”. (Folha de S. Paulo – Poder – 06/09/14)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Copiloto do voo no qual se encontrava Eduardo Campos não foi avaliado em situações de risco

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Geraldo Magela da Cunha, copiloto do voo no qual o candidato à presidência da República Eduardo Campos viajava, foi avaliado e aprovado por um militar sem experiência no modelo de aeronave Cessna Citation. Segundo a Folha, o militar da Aeronáutica, coronel aviador Luciano Volpatto, aprovou o copiloto sem testar certas situações de risco que podem ocorrer durante um voo. O periódico informou que das 78 situações que deveriam ser avaliadas, 26 não foram realizadas, pois Cunha não foi submetido ao teste de simulador no qual se reproduzem situações de risco, tais como falha de motor, recuperação de altitude anormal e despressurização. Essas informações fazem parte de uma avaliação do dia 25/05/14 a qual a Folha teve acesso. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que os inspetores atuam como avaliadores em aeronaves semelhantes às quais são qualificados, como foi o caso de Volpatto, e que apenas 6,5% das avaliações são realizadas por militares. (Folha de S. Paulo – Poder – 23/08/14)

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Aeronáutica investiga queda da aeronave que transportava o candidato à presidência da República Eduardo Campos

Segundo os periódicos Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou, no dia 15/08/14, que os registros de áudio da caixa-preta da aeronave que transportava o candidato à presidência da República Eduardo Campos não correspondem ao voo que caiu no dia 13/08/14. A Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) afirmou que o equipamento é considerado fundamental para apuração de acidentes aéreos e é obrigatório, sendo o comandante responsável por averiguar o funcionamento do aparelho antes de cada voo. A Aeronáutica informou que irá apurar a possibilidade de uma falha ter parado o funcionamento da gravação, mas que apesar de serem importantes, os dados da caixa-preta são apenas mais um elemento de investigação, não sendo imprescindíveis para a análise e identificação das causas do acidente. O Estado informou que FAB irá averiguar quando foi a última vez que o funcionamento do gravador foi checado, quem fazia a manutenção e se houve pane anterior, além de apurar se os pilotos do voo tinham o hábito de verificar o equipamento antes da decolagem e se levantaram informações sobre as condições de tempo e de pista da cidade de Santos no dia do voo. Em entrevista ao periódico Folha de S. Paulo, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, informou que o órgão está realizando consultas ao fabricante da aeronave e à empresa de manutenção para averiguar o motivo do equipamento não ter realizado gravações durante o voo, o que não é usual. Saito lembrou que o órgão utiliza outros meios de análise além da caixa-preta, como as condições das turbinas e dos flaps e as gravações dos radares, e que apesar do estado danificado das turbinas, essas ainda permitem boas condições de análise. O comandante informou que apesar de ainda não ser possível descartar a possibilidade de falha mecânica, pode-se constatar que o trem de pouso e os flaps funcionaram. A hipótese de colisão com drones ou pássaros foi descartada por Saito, pois nas condições climáticas tais elementos não se encontrariam no caminho da aeronave. Segundo Saito, na última comunicação com a Base do Guarujá, o piloto informou que estava esperando melhora nas condições climáticas para poder aterrissar. De acordo com a Folha, apesar dos dois motores da aeronave terem sido recuperados, o fato do avião ter se fragmentado devido ao impacto com o solo dificulta as investigações, assim como a ausência no jato de um gravador de dados de voo, o qual monitora o comportamento dos equipamentos do avião. De acordo com O Estado, todos os diálogos do piloto com os centros de controle do tráfego aéreo, das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Santos estão gravados e serão utilizados pelo Cenipa nas investigações. Segundo o periódico, dados já coletados permitem afirmar que a aeronave se encontrava em movimento vertical no momento da colisão com o solo e que os destroços estavam soterrados a quatro metros da superfície e concentrados no local da queda, além de informar que a explosão da aeronave ocorreu no solo. O Estado informou que na manhã do dia 15/08/14 a Polícia Federal cercou a área do acidente e iniciou, com apoio de oficiais da Aeronáutica, um trabalho que objetiva reconstruir a cena da tragédia, buscando apontar o traçado exato realizado pelo jato quando colidiu com o solo. De acordo com Correio, o órgão não descartou até o momento nenhum motivo para a queda da aeronave, incluindo falha mecânica, já que o avião apresentou pane elétrica recente. De acordo com os jornais Folha e O Estado, o manual da aeronave alertava para o risco de mergulho abrupto caso os flaps (dispositivos que aumentam a área das asas para aumentar a estabilidade do avião durante subidas e arremetidas) fossem recolhidos enquanto a aeronave estivesse em velocidade superior a 370km/h. Segundo a Folha, o comandante da Aeronáutica afirmou que “os flaps estavam recolhidos”. O Estado informou que militares envolvidos na investigação destacaram que existem técnicas que possibilitam averiguar dados importantes no momento do impacto, mas não durante a arremetida.  (Correio Braziliense – 16/08/14; Folha de S. Paulo – Poder – 16/08/14; Folha de S. Paulo – Poder – 19/08/14; O Estado de S. Paulo – Política – 16/08/14; O Estado de S. Paulo – Política – 19/08/14)

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Aeronáutica investiga acidente envolvendo avião de Eduardo Campos

De acordo com o periódico O Estado de S. Paulo, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável por investigar acidentes aéreos, pretende fazer a reconstituição da queda do jato que transportava Eduardo Campos, ex-governador do estado de Pernambuco e candidato às eleições presidenciais de 2014, que viajava com uma equipe de seis pessoas. Segundo o jornal, os peritos da Aeronáutica pretendem realizar um mapa da trajetória da aeronave e não descartam a possibilidade do acidente ter sido causado por um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), que operava no momento do acidente. A FAB confirmou ter emitido um alerta aos pilotos sobre a existência de uma área reservada para voos de VANTs nas proximidades da Base Aérea de Santos. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a FAB deve executar um procedimento de rotina com o objetivo de avaliar se os pilotos do jato voaram mais horas seguidas do que o permitido nas últimas semanas. (Folha de S. Paulo – Poder – 15/08/14; O Estado de S. Paulo – Política – 15/08/14)