Segundo
o periódico Folha de S. Paulo, no dia 07/11/13, os comandantes das Forças
Armadas foram ao Congresso Nacional participar de uma reunião conjunta na
Comissão de Relações Exteriores e Defesa. Na ocasião, os militares reclamaram
da falta de verba destinada à Defesa e pediram um acréscimo de R$ 7,45 bilhões
ao Orçamento de 2014. O Exército
declarou que necessita de um acréscimo mínimo de R$ 2,4 bilhões para o
monitoramento das fronteiras, compra de munição e para garantir o uso de 9.500
veículos adquiridos recentemente. Já a Aeronáutica precisaria de R$ 2,9 bilhões
para manutenção e combustível das aeronaves e adequação de sua instalações
militares. E a Marinha afirmou a necessidade de R$ 2,15 bilhões para recuperar
a capacidade de operação e assegurar o apoio ao pré-sal. (Folha de S. Paulo –
Poder – 08/11/13)
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Amorim alega que verba destinada às Forças Armadas é “razoável”
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| ED FERREIRA/AE. Verba da Defesa é ‘razoável’, diz Amorim. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 18 jul. 2012, p.A9. |
Segundo o periódico O Estado de S. Paulo, no dia 18/07/12, o
ministro da Defesa, Celso Amorim, alegou, em entrevista no Senado, que o
orçamento das Forças Armadas é suficiente para que estas realizem suas funções.
O jornal destacou que, em abril de 2012, Amorim sugeriu que o investimento no
setor militar fosse cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que equivale
aproximadamente ao investimento em Defesa realizado pelos países dos Brics;
porém, afirmou que o Brasil investe aproximadamente 1,5% do PIB. O Estado evidenciou que a verba prevista
para o setor, este ano, está em torno de R$60 milhões. No dia 19/07/12, o Correio Braziliense publicou que a
presidenta da República, Dilma Rousseff, afirmou que se houver espaço no
Orçamento de 2013, haverá reajustes aos servidores públicos com salários
defasados, o que inclui os militares, que reivindicam cerca de R$ 21 bilhões. O
último dia para enviar a proposta orçamentária ao Congresso é 31/08/12 e,
portanto, até esta data, não há nada definido. Segundo Amorim, entre os anos de
2002 e 2010 os militares tiveram a menor reposição salarial entre as categorias
federais, de somente 85,29%, enquanto alguns setores atingiram o percentual de
153%. Por outro lado, o Correio
apontou que, por conta das medidas governamentais que visam evitar o aumento do
desemprego e estimular os investimentos no setor privado, a fim de fomentar a
economia brasileira, o espaço para reajustes fica cada vez menor. (Correio
Braziliense – 19/07/12; O Estado de S. Paulo – Nacional – 18/07/12)
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