Conforme publicado no
periódico O Estado de S. Paulo, o novo ministro da Defesa, Aldo Rebelo, tomou
posse na sede do Clube Naval, na capital federal Brasília. Durante seu
discurso, Rebelo elogiou as Forças Armadas e defendeu um orçamento permanente
para a Defesa. Segundo o novo ministro, “o Brasil tem que ter Forças Armadas
compatíveis com seu tamanho e expectativas do mundo”. Ademais, Rebelo declarou
que lutará para preservar os projetos estratégicos das três forças, como o do
submarino de propulsão nuclear, a compra dos aviões de caça e o sistema de
proteção das fronteiras, para que não sejam comprometidos em sua essência, e
que trabalhará com a adaptação em relação à escassez de recursos. (O Estado de
S. Paulo – Política – 09/10/15)
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Desfile de 7 de setembro em Brasília teve a participação de 3 mil militares
Segundo o periódico
Correio Braziliense, o tradicional desfile de 7 de setembro, que celebra o dia
da Independência do Brasil, contou com a participação de 3 mil militares nas
festividades da capital federal, Brasília. O jornal afirmou que “os aplausos
mais vibrantes” foram destinados aos veteranos do Exército e para os chamados
Dragões da Independência, unidade do Exército Brasileiro responsável pela
guarda das instalações presidenciais. O
evento contou ainda com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, que utilizou
29 unidades do Super Tucano. O jornal lembrou que as novas aeronaves tem o
dobro da potência das antigas e equipamentos modernos. (Correio Braziliense –
Cidades – 08/09/15)
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Distrito Federal alterou nome de ponte que homenageava ex-presidente do regime militar
De acordo com o
periódico Correio Braziliense, no dia 28/08/15, alterou-se o nome da ponte que
liga o Lago Sul à Asa Sul, na capital federal Brasília, de Ponte Costa e Silva,
em referência a um dos presidentes da República durante o regime militar (1964-1985),
para Ponte Honestino Guimarães, em homenagem ao líder estudantil opositor ao
regime. A substituição do nome ocorreu um dia após Rodrigo Rollemberg,
governador do Distrito Federal, ratificar a lei reintitulando a construção
projetada por Oscar Niemeyer que, segundo o periódico, era o último monumento
de Brasília a fazer alusão ao regime militar. De acordo com o jornal, a
Comissão Anísio Teixeira de Memória e Verdade da Universidade de Brasília (UnB)
elaborou um relatório reivindicando, entre outras solicitações, a renomeação da
ponte. O deputado Ricardo Vale, idealizador do projeto de lei, declarou que
“colocar o nome do maior líder estudantil da época representa a justiça da
história. Honestino foi um símbolo da resistência contra o golpe militar”. Mateus
Guimarães, sobrinho do líder estudantil, afirmou que “não basta apenas trocar o
nome”, pois com parcela da população reivindicando a intervenção militar no
governo, é necessário “fazer desses atos propulsores de um grande movimento”.
(Correio Braziliense – Cidades – 29/08/15)
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Investigações apontaram que fiscalização de material explosivo utilizado por criminosos é de responsabilidade do Exército
Segundo o periódico
Correio Braziliense, investigações conduzidas pelas Polícias Civil e Militar
indicaram que os explosivos utilizados por infratores para explodir caixas
eletrônicos na região de Brasília são os mesmos usados por empreiteiras para
extrair rochas no Distrito Federal (DF). De acordo com o delegado encarregado
do caso, Fernando César Costa, o controle e a fiscalização do material são de
responsabilidade do Exército, por meio do Departamento de Fiscalização de
Produtos Controlados (DFPC). Costa levantou a possibilidade de haver ausência
de fiscalização nas zonas de extração, o que facilitaria o desvio dos
explosivos. Anderson Diniz, cabo do Esquadrão de Bombas do Batalhão de
Operações Especiais (Bope), reiterou a afirmação de Costa sobre a falta de
vigilância, ao indicar que “pessoas de dentro podem ser os fornecedores”.
Segundo Flávio Rassi, presidente do Sindicato da Indústria Extrativa de
Pedreiras dos Estados de Goiás, Tocantins e DF (Sindibrita), os explosivos
utilizados pelas empresas especializadas têm “consistência pastosa”, enquanto
os criminosos empregam “bananas de dinamite”, o que invalidaria as conclusões
das investigações. A polícia refutou essa versão, afirmou o jornal. De acordo
com a lei ordenada pelo Decreto nº 3.665, de 20 de novembro de 2000, na
Portaria nº 3 do Comando Logístico (Colog), de 10 de maio de 2012, o Exército
encarrega-se do controle administrativo dos explosivos, atribuindo aos órgãos
de segurança pública a responsabilidade de
“coibir e investigar os ilícitos com esse produto”. (Correio Braziliense
– Cidades – 22/08/2015)
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Armamento foi encontrado no Lago Paranoá em Brasília
Segundo o periódico
Correio Braziliense, foi encontrado no Lago Paranoá, no dia 10/08/15, na cidade
de Brasília, munição que seria de uso exclusivo das Forças Armadas e das forças
policiais especiais brasileiras. Polícias Militares recolheram do local 947
projéteis de armas de calibres 45, 5.56, 6.35, 7mm e 9mm em “boas condições de
uso”. De acordo com o jornal, a polícia afirmou não descartar a possibilidade
de o armamento pertencer a uma quadrilha especializada em roubo a caixas
eletrônicos. A 10ª Delegacia de Polícia de Brasília está investigando o caso e
afirmou que entrará em contato com o Exército, a Marinha e a Aeronáutica para
averiguação de um possível furto. (Correio Braziliense - Cidades - 11/08/15)
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Estudantes de Colégio Militar foram consagrados com medalhas de ouro na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas
Segundo o jornal
Correio Braziliense, 10 estudantes do Colégio Militar de Brasília (CMB)
receberam, no dia 20/07/15, medalhas de ouro na 10ª edição da Olimpíada Brasileira
de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), organizada pelo Instituto Nacional
de Matemática Pura e Aplicada (Impa), pelo Ministério da Educação e pelo
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Dessas 10 medalhas, 6 pertencem a
estudantes no nível 1, que equivale ao 6º e ao 7º ano do ensino fundamental, e
4 a discentes no nível 3, equivalente ao ensino médio. Além da entrega das
medalhas, a cerimônia, ocorrida na cidade do Rio de Janeiro, contou com a
homenagem de “10 alunos e 10 professores que contribuíram com o ensino da
matemática na sua região” em comemoração aos 10 anos do torneio. De acordo com
o coordenador do Polo Olímpico de Treinamento Intensivo do Instituto Nacional
de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e capitão, Fernando Cunha Córes, “a chave
para o sucesso dos jovens do CMB está na dedicação e na ideia de fazer do
estudo das ciências exatas algo divertido”. A maioria dos medalhistas de ouro
do Colégio Militar frequenta o Polo de Treinamento do Impa. (Correio
Braziliense – Cidades – 20/07/15)
Colunista comentou mudança de nome de ponte na capital federal
Em coluna opinativa
para o jornal Correio Braziliense, Hamilton Pereira, ex-secretário de Cultura
do Distrito Federal, ressaltou a importância de lembrar a parcela da juventude
que se opôs ao regime militar (1964-1985). Pereira destacou a mudança de nome da
Ponte Costa e Silva, em referência a um dos presidentes da República durante o
período, para Ponte Honestino Guimarães, em homenagem ao ex-presidente da União
Nacional dos Estudantes (UNE) preso e morto pelo regime em 1973. Segundo o
colunista, a mudança de nome não representa o esquecimento do General Costa e
Silva, mas sim a lembrança da resistência de parcela da juventude. Pereira
lembrou que a capital federal, Brasília, foi construída sob o impulso de um
“período de interiorização do desenvolvimento” e que a Universidade de Brasília
(UnB), símbolo desse pensamento cosmopolita, foi invadida de forma emblemática
na ocasião da tomada de poder de 1964 e em 1968 com a imposição do Ato
Institucional nº5 (AI-5). Segundo o colunista, ao aprovar o projeto de lei que
permitiu a renomeação da ponte, “Brasília busca cumprir o papel que lhe cabe –
marcar com um símbolo da resistência à ditadura via pública pela qual transitam
cidadãos como prática permanente para perpetuar a memória, alicerce
indispensável para a construção da consciência política necessária à
consolidação da democracia”. Por fim, defendeu a necessidade de pensar
criticamente a história para fortalecer o país. (Correio Braziliense – Opinião
– 18/07/15)
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Ponte com nome de ex-presidente militar será rebatizada em Brasília
De acordo com o
periódico Correio Braziliense, a Câmara Legislativa do Distrito Federal
aprovou, com 14 votos a favor, o Projeto de Lei nº 130, que renomeará a Ponte
Costa e Silva. Segundo o jornal, o monumento era o único na capital federal,
Brasília, que ainda homenageava protagonistas do regime militar (1964-1985). No
lugar do ex-presidente militar, se homenageará o líder estudantil Honestino
Guimarães, importante opositor do regime e desaparecido desde 1974. De acordo
com o professor de história da Universidade de Brasília (UnB) e coordenador da
Comissão Anísio Teixeira Memória e Verdades, José Otávio Nogueira Guimarães, a
mudança será importante para a democracia atual. Segundo o professor, “as
pessoas que passarem por ali vão se perguntar quem foi Honestino, o que
aconteceu com ele, e isso reforça a necessidade de pensar a democracia e de
aperfeiçoar os direitos humanos”. A Ponte Costa e Silva integrará um conjunto
de monumentos rebatizados. De acordo com o jornal, a partir do processo de
redemocratização, iniciado em 1985, Brasília começou a rebatizar os lugares que
relembravam os militares. Contudo, a mudança de nomenclatura deverá ser sancionada
pelo governador, que, segundo a Assessoria de Comunicação da Secretaria de
Relações Institucionais, aguarda o recebimento da redação final do Projeto de
Lei para se posicionar. (Correio Braziliense – Cidades – 02/07/15)
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Forças Armadas realizaram substituição mensal da Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes
De acordo com o
periódico Correio Braziliense, foi realizada no dia 07/06/15 a cerimônia de
substituição mensal da Bandeira Nacional na Praça dos Três Poderes, na capital
federal, Brasília. Homenageou-se os 150 anos da Batalha Naval do Riachuelo,
Data Magna da Marinha, com o alçamento da bandeira, seguido da execução do Hino
Nacional e da salva de 21 tiros de canhão. O ritual acontece todo primeiro
domingo do mês há mais de 40 anos. A estrutura para a organização do evento
envolve um sistema de revezamento entre as três Forças Armadas e o governo
local. (Correio Braziliense – Brasil – 08/06/15)
terça-feira, 21 de abril de 2015
Manifestações levaram grupos a favor da intervenção militar às ruas
Segundo os periódicos
Correio Braziliense, Folha de S. Paulo
e O Estado de S. Paulo, os protestos
do dia 12/04/15 que pediam, principalmente, o impeachment da presidenta da
República, Dilma Rousseff, tiveram adesão de uma minoria que reivindicava a
intervenção militar em diversas cidades do país. O número de participantes foi
reduzido em comparação aos protestos do dia 15/03/15. Na cidade de São Paulo,
os manifestantes do grupo União Nacionalista Democrática tocaram hinos à pátria
para homenagear Carlos Alberto Augusto, ex-agente do Departamento de Ordem
Política e Social (Dops), investigado pela Comissão da Verdade de São Paulo. O
grupo SOS Forças Armadas afirmou que nunca houve ditadura no Brasil “porque na
ditadura quem é contra o governo não é exilado, é morto no paredão", como
afirmou um dos organizadores do grupo. Um grupo foi removido da Avenida
Paulista pela Polícia Militar, que alegou que o carro usado pelos manifestantes
não havia passado por vistoria. Entretanto, segundo o Correio, o motivo
extraoficial foi evitar um possível conflito entre pessoas favoráveis à
intervenção e os demais manifestantes. Na capital federal, Brasília, houve
hostilização por parte das vertentes a favor da intervenção militar aos demais
grupos. Militares da reserva membros da Ordem Dourada do Brasil se
desentenderam com outros manifestantes. Outro grupo, baseando-se no artigo 142
da Constituição Federal, alegou a legitimidade de uma “intervenção militar
constitucional”. O artigo, no entanto, específica as Forças Armadas como sendo
Exército, Marinha e Aeronáutica e afirma a “autoridade suprema do Presidente da
República” sobre elas, além de estabelecer o papel delas na defesa da Pátria. (Correio
Braziliense – Política – 13/04/15; Folha de S. Paulo – Poder – 13/04/15; O
Estado de S. Paulo – Política – 13/04/15)
terça-feira, 17 de março de 2015
Militares foram atingidos por raio em Brasília
Segundo os periódicos Correio
Braziliense e O Estado de S. Paulo, 31 militares do Batalhão da Guarda
Presidencial, localizado no Setor Militar Urbano do Distrito Federal, Brasília,
ficaram feridos ao serem atingidos por um raio no dia 09/03/15. O Exército
informou que 26 militares foram levados imediatamente por ambulâncias do
batalhão ao Hospital das Forças Armadas e ao Hospital Militar da Área e outros
cinco, que estavam inconscientes e apresentavam dormência no corpo, foram
levados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital de
Base de Brasília e ao Hospital Regional de Taguatinga. O Exército informou que
os militares não corriam risco de morte e ficaram em observação até receberem
alta no mesmo dia. (Correio Braziliense – Cidades – 10/03/15; O Estado de S.
Paulo – Metrópole – 10/03/15)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Militares foram convocados para conter incêndio que ameaçou área do Exército
De
acordo com o jornal Correio Braziliense, 150 homens das brigadas do Corpo de
Bombeiros, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do
Exército foram convocados para controlar um incêndio próximo ao Parque Nacional
de Brasília, na capital federal. Segundo o jornal, o incêndio teria começado em
uma área externa ao parque, em terreno próximo ao 1º Regimento de Cavalaria do
Exército, e teria se propagado rapidamente por causa do vento e das condições
climáticas. As chamas atingiram uma área do Exército e ameaçaram alcançar um
paiol no qual estavam guardados munição e explosivos. Para conter as chamas
foram utilizados três carros de combate a incêndio florestal, três viaturas de
transporte de tropa, três carros-pipas, duas aeronaves e um helicóptero.
(Correio Braziliense – 16/09/14)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Viaturas Astros 2020 devem ser exibidas pela primeira vez no desfile de 7 de Setembro
De
acordo com o periódico Correio Braziliense, o desfile de 7 de Setembro, que
marca a data da Independência do Brasil, tradicionalmente realizado na
Esplanada dos Ministérios na capital federal, Brasília, contará com a primeira
exibição pública de um novo equipamento das Forças Armadas, o sistema de
lançamento múltiplo de foguetes Astros 2020. As unidades possuem capacidade de
lançar até 190 foguetes em 16 segundos, a uma distância de 300 km. O Exército contará
com 50 unidades do equipamento até o final de 2018. (Correio Braziliense –
03/09/14)
Descoberta de restos mortais de militante desaparecido durante o regime militar foi confirmada
De
acordo com os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, a Comissão
Nacional da Verdade (CNV) anunciou, no dia 29/08/14, a confirmação da
descoberta dos restos mortais do desaparecido político Epaminondas Gomes de
Oliveira na capital federal, Brasília. A confirmação foi dada por laudo do
Instituto Médico Legal de Brasília, realizado após exumação dos restos mortais,
no dia 24/09/13. Segundo a Folha, a CNV obteve os dados sobre o local de
sepultamento de Oliveira em registros do antigo Serviço Nacional de
Informações, e embora as informações estivessem imprecisas, os registros do
cemitério possibilitaram a localização do ponto exato. A Folha informou que os
restos mortais de Oliveira seguirão para a cidade de Imperatriz, no estado do
Maranhão, onde a família realizará o sepultamento. Segundo o periódico,
Oliveira tinha ligações com o Partido Comunista Brasileiro e com o Partido
Revolucionário dos Trabalhadores, uma dissidência da Ação Popular. O militante
foi preso em um garimpo no estado do Pará, no dia 07/08/1971, durante a
Operação Mesopotâmia, realizada com objetivo de retirar lideranças políticas
contrárias ao regime militar da região do Bico do Papagaio (tríplice divisa
entre os estados do Pará, Tocantins (então Goiás) e Maranhão), como forma de
detectar focos de guerrilha no local. Segundo depoimentos obtidos pela CNV,
Oliveira foi torturado no Departamento Nacional de Estradas e Rodagens, no
estado do Maranhão. Posteriormente foi levado à Brasília, onde permaneceu preso
e foi torturado novamente, no Pelotão de Investigações Criminais. Oliveira
morreu em 20/08/1971 no Hospital Militar de Guarnição de Brasília, no Setor
Militar. O Estado informou que, para recompor a história da morte de Oliveira,
a CNV investigou a Operação Mesopotâmia em Brasília, no Maranhão e no estado de
Tocantins, e ouviu 41 depoimentos sobre o caso. O periódico lembrou que
Oliveira foi o primeiro desaparecido político identificado pela CNV. (Folha de
S. Paulo – Poder – 30/08/14; O Estado de S. Paulo – Política – 30/08/14)
terça-feira, 17 de junho de 2014
Segurança na Copa do Mundo III: militares preparam-se para atuar na capital federal
De
acordo com os periódicos Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Estado de
S. Paulo, desde o dia 08/06/14 ocorreram na capital federal, Brasília, os
últimos preparativos para a segurança da Copa do Mundo. Cerca de 3,7 mil
militares concentrados na capital realizaram um treinamento de segurança no
Quartel-General do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU). A segurança feita
pelas tropas na capital começará efetivamente no dia 13/06/14, data do primeiro
jogo que acontecerá em Brasília. As atividades de segurança terão início 48
horas antes do jogo e serão mantidas 24 horas após o encerramento. De acordo
com o Correio, o Exército preparou palestra antiterrorismo para orientar a
população civil sobre como agir em caso de emergência. As orientações abrangem
ameaças químicas, biológicas, radiológicas e nucleares. O coronel Gilberto da
Silva Breviliere, porta-voz do Comando Militar do Planalto, explicou que as
Forças Armadas trabalharão com o objetivo de prevenção, a fim de evitar que
ações mais intensas sejam necessárias. Breviliere ressaltou que, para entrar em
ação, as Forças Armadas precisam de autorização presidencial e afirmou que “um
triunvirato, formado pelo superintendente da Polícia Federal, por um
representante do Ministério da Defesa e pelo secretário de Segurança Pública, é
que avaliará a necessidade de empregar nosso pessoal e aconselhar o governador
e a presidente”. O capitão Rogério de Oliveira, responsável por orientações,
afirmou que as ruas largas da capital federal favorecem a dispersão de
multidões. De acordo com O Estado, cerca de 250 homens do Exército, Defesa
Civil, Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Comissão
Nacional de Energia Nuclear (CNEN) realizaram no dia 09/06/14 um exercício
frente a ataques terroristas com armas químicas, biológicas e radioativas no
estádio Mané Garrincha, em Brasília. O capitão do Exército, André Bifano,
afirmou que as Forças Armadas estão preparadas para cobrir qualquer tipo de
ação dessa natureza e ressaltou que foi montada uma estrutura para
descontaminação em caso de ataque, capaz de atender até 500 pessoas. (Correio
Braziliense – Cidades – 09/06/14; Correio Braziliense – Cidades – 10/06/14;
Folha de S. Paulo – Poder – 09/06/14; O Estado de S. Paulo – Copa 2014 –
10/06/14)
terça-feira, 27 de maio de 2014
Copa do Mundo III: Exército fez exercícios de prevenção contra terrorismo
De
acordo com o periódico Correio Braziliense, uma operação envolvendo 3 mil
militares aconteceu nos dias 20 e 21/05/14 em Brasília, capital federal.
Militares equipados com fuzis e metralhadoras desembarcaram de blindados em
comboio chamando a atenção dos moradores da cidade. Essa operação faz parte das
simulações para a Copa do Mundo, quando
as tropas ficarão de prontidão até o final do evento. Durante o Mundial,
os militares serão responsáveis pela escolta das delegações e da segurança de
pontos estratégicos, como subestações de energia elétrica, aeroportos e
reservatórios de água, com objetivo de evitar ataques terroristas. A simulação
teve por objetivo ambientar as tropas aos terrenos que protegerão durante a
Copa. Batizada de Operação Planalto 8, a simulação levou tropas a percorrerem
lugares estratégicos na cidade, como o Estádio Nacional de Brasília, conhecido
como “Mané Garrincha” e hotéis que serão ocupados pelas seleções estrangeiras.
A corporação utilizará militares na Força Planalto (Forplan), que são treinados
para enfrentar ações contra terrorismo e ataques químicos. O Exército contará
com veículos blindados, metralhadoras, radares de solo, helicópteros, mais de
400 viaturas e roupas especiais contra ataques químicos. De acordo com o
Correio, os comandantes ressaltam que as ações durante a Copa do Mundo terão
caráter preventivo. O coronel e porta-voz do Exército, Gilberto Braviliere,
relatou que tomarão as medidas necessárias para que o público possa aproveitar
o espetáculo. (Correio Braziliense - Cidades - 21/05/14)
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Celebração do aniversário de Brasília contará com debates sobre o regime militar
De
acordo com o jornal Correio Braziliense, a celebração dos 54 anos de Brasília,
capital federal, unirá literatura, música, dança, teatro e cinema aos debates
sobre o cinquentenário da tomada de poder pelos militares, ocorrida em
01/04/1964. Além da 2ª edição da Bienal Brasil do Livro e da Leitura, estão
previstos shows com cantores e compositores que participaram da oposição ao
regime militar (1964-1985). Segundo Hamilton Pereira, secretário de Cultura do
Distrito Federal, é necessário refletir sobre o golpe civil-militar. Para
Pereira, não haveria melhor lugar para dialogar do que a bienal, para a qual
foram convidados testemunhas e artistas que conversarão com a juventude.
(Correio Braziliense - Cidades - 08/04/14)
segunda-feira, 31 de março de 2014
Brasília durante o regime militar
Segundo o periódico Correio Braziliense,
moradores de dentro e fora do Plano Piloto de Brasília, capital federal,
tiveram realidades diferentes durante o regime militar (1964-1985). Os
moradores dos locais fora do Plano Piloto conviveram com a miséria e a falta de
segurança, resultantes de “um ambiente muito hostil e violento, socialmente
degradável e marginalizado”. Quanto aos brasilienses moradores do Plano Piloto,
a censura e repressão eram evidenciadas com maior frequência. De acordo com o
pesquisador do Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília (UnB), Marcos
Magalhães, a presença do regime no cotidiano da cidade de Brasília era
silenciosa, porém existente. (Correio Braziliense – Cidades – 23/03/14)
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Colégio Militar de Brasília é destaque entre as escolas públicas do Distrito Federal no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio
Segundo
os periódicos Correio Braziliense e O Estado de S. Paulo, o Colégio Militar de
Brasília (CMB), instituição mantida pelo Ministério da Defesa, ficou em
primeiro lugar entre as escolas públicas do Distrito Federal no ranking de
participantes do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de 2012. Se consideradas
as escolas privadas, o CMB detém o 11º lugar no ranking. De acordo com o
Correio, o reconhecimento do CMB se deve a boa infraestrutura, carga horária
diferenciada, além do incentivo a projetos extracurriculares, como grupos de
estudo, clubes de xadrez, entre outros, apesar de, no ano de 2012, a
instituição ter sido excluída do ranking por conta da mudança de metodologia do
sistema. De acordo com O Estado, as escolas públicas federais com bom
desempenho no Enem são aquelas ligadas a instituições militares ou
universidades federais, sendo que, nesses colégios, o ingresso chega a ser tão
disputado quanto nas melhores universidades públicas do Brasil. (Correio
Braziliense – 27/11/13; O Estado de S. Paulo – Espaço Aberto – 28/11/13)
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Exército homenageia deputado e diplomata
De
acordo com o periódico Correio Braziliense, no dia 30/10/13, o Exército
homenageou o embaixador Nelson Tabajara e o deputado federal Luiz Pitiman
durante solenidade no Setor Militar Urbano. Cada um deles recebeu uma medalha
comemorativa dos 60 anos da Polícia do Exército por terem sido soldados dessa
divisão em Brasília, capital federal, na década de 1980. (Correio Braziliense –
05/11/13)
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