De acordo com o
periódico Correio Brasiliense, o Programa de Atletas de Alto Rendimento (PAAR)
das Forças Armadas, que desde 2008 garante toda a estrutura necessária para
formar competidores de alto rendimento, é uma importante opção para aqueles que
almejam seguir carreira nos esportes. O programa conta com um investimento de
cerca de R$ 15 milhões provenientes do Ministério da Defesa e R$ 25 milhões do
Ministério do Esporte. Os atletas contam com benefícios como salário; plano de
saúde; atendimento médico, fisioterápico e odontológico; alimentação e
alojamento para poderem se dedicar à preparação paras competições. O jornal
afirmou que com os Jogos Militares de 2011, na cidade do Rio de Janeiro, o
projeto foi expandido e hoje conta com atletas de expressão, como os judocas
Luciano Corrêa e Sarah Menzes, os nadadores Leonardo de Deus, Nicholas Santos e
Poliana Okimoto, a atleta de pentatlo Yane Marques e o atirador Julio Almeida.
O periódico recordou que nos jogos Pan-Americanos realizados em julho de 2015
na cidade de Toronto, no Canadá, atletas brasileiros membros do programa
geraram polêmica ao fazerem o gesto de continência nos pódios da competição.
Segundo o periódico, os atletas que realizaram tal ação afirmaram que “não
houve obrigação ou compromisso em fazê-lo”, embora os atletas parecessem “estar
em comum acordo, pelo número de repetições”. O periódico afirmou que enquanto
nos jogos de 2011 os atletas patrocinados pelas Forças Armadas representavam
apenas 13% da delegação brasileira, em 2015 eles passaram a representar 21%,
sendo que 13 das medalhas conquistadas pelo judô brasileiro, 12 foram de
atletas do PAAR. (Correio Braziliense - Super Esportes - 05/10/15)
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Brasileiros competem nos Jogos Olímpicos Militares
De acordo com o
periódico Correio Braziliense, 283 brasileiros estão atualmente disputando 24
modalidades nos Jogos Mundiais Militares, na Coreia do Sul. O jornal lembrou
que 33 desses atletas disputaram os jogos Pan-Americanos em julho de 2015, na
cidade de Toronto, no Canadá. Segundo o Correio, os jogos valem pontos para
classificação no ranking olímpico em alguns esportes, como o tae kwon do, o que
acentua o interesse dos atletas em participar das competições. O periódico
afirmou que o Brasil “tem lugar de destaque [nos jogos] pelo legado que
carrega” e que o país tem como objetivo se manter no pódio, sendo que em 2011
conquistou o primeiro lugar no ranking das medalhas. (Correio Braziliense -
Super Esportes - 05/10/15)
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Organização Desportiva Pan-Americana se posicionou a respeito de gesto de continência
De acordo com o
jornal O Estado de S. Paulo, a Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa)
posicionou-se a respeito do gesto de continência realizado por atletas
brasileiros durante a entrega de medalhas na ocasião dos Jogos Pan-Americanos
realizados na cidade de Toronto, no Canadá. A Odepa considerou o gesto como uma
demonstração de respeito. Segundo o primeiro vice-presidente da entidade, Ivar
Sisniega, a saudação militar é entendida como uma forma de patriotismo e de
respeito à bandeira, não havendo, portanto, motivo para questionamentos. O
periódico informou que grande parte dos 123 atletas contratados pelas Forças
Armadas que participaram dos jogos prestou continência ao subir ao pódio. De
acordo com o jornal, este ato gerou polêmica nas redes sociais, pois muitos o
consideraram uma manifestação política ou uma forma de publicidade, ambos os
casos proibidos em competições olímpicas. (O Estado de S. Paulo – Esportes –
18/07/15)
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Atletas brasileiros que prestaram continência em cerimônias nos Jogos Pan-Americanos causam polêmica
Segundo os periódicos
Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, atletas
brasileiros que recebem apoio financeiro das Forças Armadas estão prestando
continência durante a cerimônia de premiação dos Jogos Pan-Americanos de
Toronto, no Canadá. Os jornais estimam que 123 atletas dos 590 integrantes da
delegação brasileira nos Jogos possuem relação com Exército, Marinha ou
Aeronáutica. Entre as 55 medalhas conquistadas pelo Brasil até o dia 15/07/15,
26 são de atletas vinculados às Forças Armadas. De acordo com O Estado, os
atletas afirmaram que não são obrigados a prestarem continência, mas revelaram
que houve uma recomendação para que o fizessem. Segundo o Correio, alguns
entenderam o ato como uma manifestação política, a qual o Comitê Olímpico
Internacional (COI) proíbe. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) defendeu a
prestação de continência no pódio feita pelos atletas e afirmou que a prática é
uma regra militar e uma manifestação de patriotismo, sem qualquer conotação
política. Em nota, o COB informou que “o militar da ativa deve, em ocasiões
solenes, prestar continência à Bandeira e ao Hino Nacional Brasileiro e de
países amigos. É bom notar que esses atletas não são militares apenas quando
estão fardados, mas sim todo o tempo”. Segundo o secretário executivo do
Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, o gesto não é um problema, mas poderia
ser evitado. Leyser defendeu que “esse desempenho do Brasil é fruto do trabalho
e do investimento de vários atores, como o governo federal, Comitê Olímpico,
confederações, patrocinadores e militares”. (Correio Braziliense –
Superesportes – 16/07/15; Folha de S. Paulo – Esportes – 16/07/15; O Estado de
S. Paulo – Esportes – 16/07/15)
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