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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Programa de Atletas de Alto Rendimento das Forças Armadas apresenta oportunidades no esporte brasileiro

De acordo com o periódico Correio Brasiliense, o Programa de Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas, que desde 2008 garante toda a estrutura necessária para formar competidores de alto rendimento, é uma importante opção para aqueles que almejam seguir carreira nos esportes. O programa conta com um investimento de cerca de R$ 15 milhões provenientes do Ministério da Defesa e R$ 25 milhões do Ministério do Esporte. Os atletas contam com benefícios como salário; plano de saúde; atendimento médico, fisioterápico e odontológico; alimentação e alojamento para poderem se dedicar à preparação paras competições. O jornal afirmou que com os Jogos Militares de 2011, na cidade do Rio de Janeiro, o projeto foi expandido e hoje conta com atletas de expressão, como os judocas Luciano Corrêa e Sarah Menzes, os nadadores Leonardo de Deus, Nicholas Santos e Poliana Okimoto, a atleta de pentatlo Yane Marques e o atirador Julio Almeida. O periódico recordou que nos jogos Pan-Americanos realizados em julho de 2015 na cidade de Toronto, no Canadá, atletas brasileiros membros do programa geraram polêmica ao fazerem o gesto de continência nos pódios da competição. Segundo o periódico, os atletas que realizaram tal ação afirmaram que “não houve obrigação ou compromisso em fazê-lo”, embora os atletas parecessem “estar em comum acordo, pelo número de repetições”. O periódico afirmou que enquanto nos jogos de 2011 os atletas patrocinados pelas Forças Armadas representavam apenas 13% da delegação brasileira, em 2015 eles passaram a representar 21%, sendo que 13 das medalhas conquistadas pelo judô brasileiro, 12 foram de atletas do PAAR. (Correio Braziliense - Super Esportes - 05/10/15)

Brasileiros competem nos Jogos Olímpicos Militares

De acordo com o periódico Correio Braziliense, 283 brasileiros estão atualmente disputando 24 modalidades nos Jogos Mundiais Militares, na Coreia do Sul. O jornal lembrou que 33 desses atletas disputaram os jogos Pan-Americanos em julho de 2015, na cidade de Toronto, no Canadá. Segundo o Correio, os jogos valem pontos para classificação no ranking olímpico em alguns esportes, como o tae kwon do, o que acentua o interesse dos atletas em participar das competições. O periódico afirmou que o Brasil “tem lugar de destaque [nos jogos] pelo legado que carrega” e que o país tem como objetivo se manter no pódio, sendo que em 2011 conquistou o primeiro lugar no ranking das medalhas. (Correio Braziliense - Super Esportes - 05/10/15)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Organização Desportiva Pan-Americana se posicionou a respeito de gesto de continência

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa) posicionou-se a respeito do gesto de continência realizado por atletas brasileiros durante a entrega de medalhas na ocasião dos Jogos Pan-Americanos realizados na cidade de Toronto, no Canadá. A Odepa considerou o gesto como uma demonstração de respeito. Segundo o primeiro vice-presidente da entidade, Ivar Sisniega, a saudação militar é entendida como uma forma de patriotismo e de respeito à bandeira, não havendo, portanto, motivo para questionamentos. O periódico informou que grande parte dos 123 atletas contratados pelas Forças Armadas que participaram dos jogos prestou continência ao subir ao pódio. De acordo com o jornal, este ato gerou polêmica nas redes sociais, pois muitos o consideraram uma manifestação política ou uma forma de publicidade, ambos os casos proibidos em competições olímpicas. (O Estado de S. Paulo – Esportes – 18/07/15)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Atletas brasileiros que prestaram continência em cerimônias nos Jogos Pan-Americanos causam polêmica

Segundo os periódicos Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, atletas brasileiros que recebem apoio financeiro das Forças Armadas estão prestando continência durante a cerimônia de premiação dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Os jornais estimam que 123 atletas dos 590 integrantes da delegação brasileira nos Jogos possuem relação com Exército, Marinha ou Aeronáutica. Entre as 55 medalhas conquistadas pelo Brasil até o dia 15/07/15, 26 são de atletas vinculados às Forças Armadas. De acordo com O Estado, os atletas afirmaram que não são obrigados a prestarem continência, mas revelaram que houve uma recomendação para que o fizessem. Segundo o Correio, alguns entenderam o ato como uma manifestação política, a qual o Comitê Olímpico Internacional (COI) proíbe. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) defendeu a prestação de continência no pódio feita pelos atletas e afirmou que a prática é uma regra militar e uma manifestação de patriotismo, sem qualquer conotação política. Em nota, o COB informou que “o militar da ativa deve, em ocasiões solenes, prestar continência à Bandeira e ao Hino Nacional Brasileiro e de países amigos. É bom notar que esses atletas não são militares apenas quando estão fardados, mas sim todo o tempo”. Segundo o secretário executivo do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, o gesto não é um problema, mas poderia ser evitado. Leyser defendeu que “esse desempenho do Brasil é fruto do trabalho e do investimento de vários atores, como o governo federal, Comitê Olímpico, confederações, patrocinadores e militares”. (Correio Braziliense – Superesportes – 16/07/15; Folha de S. Paulo – Esportes – 16/07/15; O Estado de S. Paulo – Esportes – 16/07/15)