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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Dilma elogiou trabalho das Forças Armadas na segurança de grandes eventos

Segundo o periódico Correio Brasiliense durante solenidade de apresentação de oficiais-generais, no dia 08/08/13, a presidenta da República, Dilma Rousseff, elogiou o trabalho realizado pelas Forças Armadas na segurança do papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, e na Copa das Confederações. De acordo com o Correio, Rousseff declarou que é satisfatório saber que o Brasil contará com o trabalho das forças militares em parceria com as forças civis de segurança nos próximos grandes eventos internacionais que sediará, e ressaltou que o momento em que os novos generais assumem o posto é um momento de destaque para o Brasil no cenário internacional. A presidenta ressaltou que a sociedade confia nas Forças Armadas para garantir a soberania do Estado e a segurança de seus recursos humanos, naturais e da população. (Correio Brasiliense – 09/08/13)

Balanço final do esquema de segurança da Jornada Mundial da Juventude

De acordo com o jornal Correio Braziliense, durante o balanço final da Jornada Mundial Juventude (JMJ), os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Defesa, Celso Amorim classificaram o esquema de segurança do papa Francisco como um sucesso e minimizaram a falha ocorrida no dia 22/07/13, quando a comitiva do papa errou o trajeto na Avenida Presidente Vargas, na cidade do Rio de Janeiro, deixando o pontífice retido em meio a uma multidão de fiéis. Amorim ressaltou que nenhuma autoridade ficou tanto tempo exposta no mesmo local tal como o papa e que "o Brasil fez muito bem o seu papel". O Correio relembrou o desempenho satiafatório do grupo do Exército de combate ao terrorismo quando foi encontrada uma bomba de fabricação caseira em um banheiro do Santuário em Aparecida do Norte, cidade do estado de São Paulo visitada pelo papa durante a JMJ, e um pacote suspeito no Rio de Janeiro. De acordo com O Estado de S. Paulo, a transferência das atividades que seriam realizadas em Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro, para a praia de Copacabana foi avaliada pela equipe de segurança do evento como positiva. Oficiais da Força Aérea atribuíram a maior facilidade de vigilância do novo local à existência de infraestrutura urbana mais adequada. A Aeronáutica atuou com um Centro de Controle que foi dedicado ao evento, e com dois drones que vigiaram o espaço aéreo. O Exército foi responsável pela segurança nas ruas onde se realizou a peregrinação e o altar localizado na praia, enquanto que a Marinha monitorou a Baía de Guanabara, com especial atenção para a cabeceira dos aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim.  O evento contou com times antiterrorismo a distância, com 22 embarcações, 2 blindados anfíbios, 157 veículos e uma equipe do Grupo de Mergulhadores de Combate da Marinha, além de uma tropa de 7738 militares do Exército. (Correio Braziliense – 27/07/13; Correio Braziliense – 30/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 27/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 29/07/13) 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Segurança na Jornada Mundial da Juventude

De acordo com o jornal Correio Braziliense, no dia 20/07/13, antevéspera da chegada do papa Francisco ao Brasil, a presidenta da República, Dilma Rousseff, se encontrou com os ministros da Defesa, Celso Amorim, da Justiça, José Eduardo Cardoso, da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e das Relações Exteriores, Antônio Patriota, com o intuito de revisar detalhes da atuação do governo federal na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), especialmente no que se referia às ações de segurança e logística, assim como atividades que envolveriam a presidenta. A Agência Brasileira de Inteligência alertou sobre a possibilidade de manifestações durante o evento; porém, o governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou, em coletiva de imprensa, que as forças de segurança estavam preparadas para lidar com a situação, recusando a oferta de Rousseff em disponibilizar homens do Exército para auxiliar na manutenção da ordem, com atenção à zona sul da cidade. Segundo o Correio, a atmosfera que predominava entre as autoridades brasileiras durante a visita do papa Francisco ao país era de apreensão, principalmente por causa das manifestações que vem ocorrendo no Brasil desde o último mês, e que ocorreram durante a JMJ. Outros problemas foram a decisão do pontífice de abrir mão de alguns aparatos de segurança, como os carros blindados, para que pudesse estar mais próximo da população; e algumas mudanças na agenda do evento. Segundo o general e coordenador da segurança das Forças Armadas, José Abreu, haveria maior tranquilidade por parte dos responsáveis pela segurança se o papa tivesse optado por carros blindados. De acordo com os jornais Correio Braziliense e O Estado de S. Paulo, na chegada ao país, o pontífice foi recebido por autoridades brasileiras no Palácio Guanabara, realizando o deslocamento em helicóptero do 3º Comando Aéreo Regional. Já no terceiro dia de estadia, o papa Francisco visitou o Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, na cidade de Aparecida do Norte, estado de São Paulo, e contou com uma equipe de segurança de 5 mil homens das Forças Armadas e das Polícias Civil, Militar e Federal, dentre esses 2,2 mil soldados do Exército. Segundo os jornais Correio, Folha de S. Paulo e O Estado, durante as revistas no Santuário, membros da Força Aérea Brasileira (FAB) encontraram uma bomba caseira composta por cano plástico “recheado de explosivos” e reforçado com fita adesiva. Após a descoberta, a FAB acionou o Esquadrão Antibombas do Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar, que isolou o lugar e, após análise de risco, detonou o artefato. Durante a visita do papa ao Santuário de Aparecida, 4.040 militares do Centro de Coordenação de Defesa de Área de São Paulo acompanharam os procedimentos de segurança aérea, que incluiu quatro helicópteros do Comando de Aviação do Exército, os quais permaneceram no ar com equipes de intervenção rápida antiterrorismo e de resgate, sendo uma das aeronaves equipada com sistema ótico digital de grande distância em alta resolução. Atiradores de precisão (snipers) do esquadrão da Guarda Suíça, capazes de atingir alvos a 800 metros, estavam posicionados na cobertura da praça do Santuário. No dia 26/07/13, O Estado informou que militares da Marinha e agentes da Policia Federal revistaram oito casas que poderiam ser visitadas pelo papa em sua visita à favela da Varginha, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo O Estado, os fuzileiros navais procuravam por artefatos químicos, biológicos, radiológicos e nucleares e os policiais federais por explosivos. De acordo com o Correio, o esquema de segurança individual preparado para o papa Francisco foi o maior do gênero já montado no país, e contou ao todo com o envolvimento de cerca de 17 mil homens. Além disso, de acordo com O Estado, o preço final das operações de segurança para a visita do pontífice foi menor que a estimativa inicial. O governo, que previa gasto de R$ 74 milhões, pagou apenas R$ 27,5 milhões em treinamento, combustível, transporte, alimentação e infraestrutura. Segundo Amorim, "os principais investimentos visam a modernizar as Forças Armadas e não apenas atender às demandas dos grandes eventos”.  (Correio Braziliense – 20/07/13; Correio Braziliense – 21/07/13; Correio Braziliense – Política – 22/07/13; Correio Braziliense – 23/07/13; Correio Braziliense - 24/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 22/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 23/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 20/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 21/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 23/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 24/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 25/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 26/07/13)

Uso de aviões da Força Aérea Brasileira gera repercussões

De acordo com o jornal Correio Braziliense, a Força Aérea Brasileira (FAB) cancelou o voo que levaria a comitiva de imprensa internacional que acompanharia o papa Francisco à Aparecida do Norte, cidade do estado de São Paulo, durante a Jornada Mundial da Juventude. Em 2007, durante a visita do Papa Bento XVI, foi fornecida uma aeronave da FAB para o mesmo trajeto. Entretanto, este ano o Vaticano foi informado de que o avião não estaria disponível. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, classificou o uso indevido de aeronaves da FAB por autoridades como “cochilos”. Temer afirmou que os episódios envolvendo os parlamentares Renan Calheiros, Henrique Eduardo Alves e Garibaldi Alves não foram deliberados no sentido de se aproveitar do bem público e justificou que o uso de um avião comercial para uma autoridade sozinha tem alto custo. O vice-presidente ressaltou que os cofres públicos foram ressarcidos. Já o colunista do Estado, Fábio Porchat, ironizou a atitude de Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves e comparou a FAB à uma companhia aérea de aviação civil. Ainda sobre o tema, os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo informaram que o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, utilizou um avião da FAB para ir à Cuba no feriado de Carnaval, em fevereiro de 2013, com o objetivo de “fechar intercâmbio de atletas entre os dois países para os jogos de 2016”. Os jornais ressaltaram que o ministro foi acompanhado pela mulher e pelo filho; e, como resposta, o Mistério do Esporte informou em nota que os familiares do ministro o “acompanharam na viagem a Cuba como convidados do governo daquele país”, e não causaram acréscimo ao custo da viagem. O ministério afirmou à Folha que os dois convidados "cumpriram programação definida pelo protocolo cubano", enquanto o ministro justificou seus compromissos em Havana, tendo sido recebido por autoridades do país. Líderes de partidos da oposição cobraram que Rebelo se explique à Comissão de Ética da Presidência da República e devolva do dinheiro do voo.  De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, as regras para o uso de aeronaves da FAB por autoridades foram criadas em 2002, a partir do Decreto 4.244, no contexto de escândalos de viagens envolvendo ministros no governo de Fernando Henrique Cardoso. As regras, apesar de não serem claras quanto a “caronas dadas por autoridades”, definem os critérios para uso de jatos da FAB: "segurança ou emergência médica", "serviço" e "deslocamento para o local de domicílio". (Correio Braziliense – 20/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 24/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 25/07/13; O Estado de S. Paulo – Política – 21/07/13; O Estado de S. Paulo – Caderno2 – 21/07/13; O Estado de S. Paulo – Política – 25/07/13)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Preparativos das Forças Armadas para a segurança da Jornada Mundial da Juventude

De acordo com os jornais Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, sete militares e um avião C-130 Hércules, da Força Aérea Brasileira (FAB), foram responsáveis pelo transporte dos dois veículos, chamados de papamóveis, da cidade de Roma, na Itália, para o Rio de Janeiro, para uso do papa Francisco durante sua visita à cidade entre os dias 23 e 28/07/13, período em que ocorre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Além disso, de acordo com a Folha, uma readequação da segurança do papa Francisco, que envolve homens do Exército e da Polícia Federal, foi realizada. Esses órgãos, mais a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em diálogo com a equipe do Vaticano propuseram alterações no roteiro da visita do pontífice para  evitar que ele fique próximo aos possíveis locais de manifestação. Ademais, segundo a Folha e O Estado, um painel eletrônico com atualização de hora em hora foi instalado na sala do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), na sede da Abin, em Brasília, para o acompanhamento de tendências de eventuais problemas, como "organizações terroristas", "crime organizado" e "criminalidade comum". Segundo O Estado, o maior nível de preocupação, que recebeu alerta vermelho do sistema, seria com os chamados “grupos de pressão”, entretanto, José Elito Carvalho Siqueira, ministro do Gabinete de Segurança Institucional e general do Exército, afirmou que "as manifestações não serão um problema. Temos que encarar com naturalidade". De acordo com o Correio, a Folha e O Estado, os ministros da Defesa, Celso Amorim, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, manifestaram preocupação em relação à segurança pessoal do papa, após reunião realizada com autoridades brasileiras e a Gendarmeria, a guarda do Vaticano. Segundo os periódicos, Amorim e Cardozo pediram às autoridades do Vaticano que as medidas de proteção ao pontífice sejam reforçadas, principalmente devido às possíveis manifestações durante o evento. De acordo com O Estado, as Forças Armadas empregaram 10.266 militares, além de outros 4 mil em alerta, para a visita do papa. A Aeronáutica movimentou 600 homens, além de caça F-5M, A-29A/B Super Tucano, aviões de transporte de passageiros, helicópteros e dois veículos aéreos não tripulados (Vant). A Marinha criou um grupo especial para a operação com 1.924 militares, podendo movimentar até 30 navios liderados por uma fragata da Classe Niterói, quatro ou cinco helicópteros, cerca de 150 veículos e dois CLAnf 7A1. O Exército, com o emprego de cerca de 7,5 mil homens, possui encargo mais amplo, cuidando de estruturas estratégicas, como sistemas de transporte, centros de geração de energia e telecomunicações e estações de abastecimento de água.  Além do aparato militar, o Exército afirmou que não permitiria a entrada de militantes no Campus Fidei, com a previsão de barreiras em um raio de 4 quilômetros do terreno, na região de Guaratiba, Rio de Janeiro. Segundo o general José Alberto da Costa Abreu, não haverá revista aos peregrinos, mas grupos suspeitos e pessoas com máscaras serão vetados. De acordo com a Folha e O Estado, o Campus Fidei será protegido por 7 mil militares fardados, porém, somente os responsáveis pela proteção externa do Campus, estarão armados. O Estado ressaltou ainda que a segurança durante a vigília no Campus será feita por militares da 4.ª Brigada de Infantaria Leve, localizada em Juiz de Fora (MG), que adquiriram experiência no Haiti e falam diversos idiomas. Os jornais destacaram também que a segurança do Palácio Guanabara será reforçada. Segundo a Folha, haverá militares isolando a sede do governo, espalhados entre os peregrinos e no palco, junto ao papa. O Correio acrescentou que 94 torres de observação com militares ajudarão na segurança das áreas de maior concentração. Ao todo, será utilizado um contingente de 10 mil agentes. (Correio Braziliense – 14/07/13; Correio Braziliense – 18/07/13; Correio Braziliense – 19/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 16/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 18/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 17/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 19/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 16/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 17/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 18/07/13; O Estado S. Paulo – Metrópole – 19/07/13)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Câmara dos Deputados deve organizar voo em aeronave da Força Aérea Brasileira para recepção do papa

De acordo com o periódico O Estado de S. Paulo, estaria sendo organizado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, um voo que levará parlamentares ao Rio de Janeiro (RJ) para que participem da recepção do papa Francisco, que virá ao Brasil dia 22/07/13, para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Uma aeronave da Força Aérea Brasileira com capacidade superior às utilizadas constantemente pelas autoridades deverá ser requisitada, uma vez que pelo menos 20 deputados federais pediram a Alves para participar da comitiva que recepcionará o pontífice. A aeronave deve decolar de Brasília no dia do evento. Uma vez que a Arquidiocese do RJ fez o convite aos parlamentares, a viagem teria caráter oficial. Segundo o Estado, até o dia 12/07/13, a comitiva não havia sido fechada nem a aeronave solicitada. (O Estado de S. Paulo – Política – 12/07/13)

Visita do papa ao Brasil mobiliza Forças Armadas

De acordo com o periódico Folha de S. Paulo, a coordenação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), motivada pela ocorrência de manifestações no país, decidiu a avaliar a possibilidade de mudanças na agenda do papa Francisco, que visitará o Brasil a partir do dia 22/07/13, além de aumentar o contingente de militares que participarão de sua segurança de 8.500 para 9.700. O jornal destacou que 7.400 soldados do Exército serão destacados para o esquema de segurança, além de um caça F-5 e um Supertucano, “caso haja necessidade de interceptar uma aeronave”. A Folha mencionou que os responsáveis pela inteligência na Polícia Federal e nas Forças Armadas estariam preocupados com os deslocamentos do papa pela cidade do Rio de Janeiro, temendo tumultos e protestos causados por grupos oportunistas. Por isso, haverá também a presença de um general para supervisionar o palco, onde o papa se apresentará em Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro. Além disso, o jornal O Estado de S. Paulo confirmou que a segurança dos eventos da JMJ em Guaratiba foi transferida para o Exército. Inicialmente, o serviço seria garantido por 2 mil seguranças privados, contratados com recursos da empresa Dream Factory Comunicação e Eventos, aliados a policiais da Força Nacional de Segurança, enquanto as Forças Armadas garantiriam a segurança no entorno do Campo da Fé. Com a transferência da tarefa, o número de militares mobilizados durante a Jornada subiu para 10,2 mil. A organização da JMJ afirmou que "a responsabilidade pela segurança do público sempre foi do Poder Público, especialmente em relação a Guaratiba, onde será decretada pela presidente Dilma (Rousseff) Garantia da Lei e da Ordem (que dá poder de polícia às Forças Armadas)". Já o transporte dos carros blindados, pelos quais o Papa Francisco se locomoverá no Brasil, conhecidos como “papamóveis”, foi realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB), conforme noticiou o jornal Correio Braziliense. Os carros foram trazidos de Roma, na Itália, para o Rio de Janeiro, no Brasil, por um Hécules C-130, que decolou de Fortaleza no dia 09/07/13, pousou nas Ilhas Canárias para escala técnica, no dia 10/07/13, e chegou em Roma no dia 11/07/13. O transporte foi custeado pelos cofres públicos, em particular pela Aeronáutica. Tendo em vista os recentes questionamentos sobre a utilização de aeronaves da FAB por autoridades no Brasil, a Força explicou que não é a primeira vez que aeronaves militares são usadas para o transporte do papamóvel. (Correio Braziliense – 11/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 06/07/13; Folha de S. Paulo – Poder – 09/07/13; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 11/07/13)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Forças Armadas participarão da segurança do Papa durante a Jornada Mundial da Juventude

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a segurança do Papa Francisco, em passagem pelo Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), de 23 a 28/07/13, será garantida por um esquema montado pelo Ministério da Defesa e pela Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos (Sesge). O esquema, que contará com um dispositivo de 8,5 mil a 12 mil militares, terá à disposição helicópteros armados, caças supersônicos F-5M, aviões de ataque leve A-29 Super Tucano, um avião de inteligência R-99 e uma aeronave não tripulada Vant, além de blindados armados e de transporte de tropas. Cerca de 300 veículos de diversos tipos estarão no Rio de Janeiro e em Aparecida do Norte, município do estado de São Paulo, para prevenir eventual ação violenta contra o pontífice. O controle da faixa marítima será realizado pelo Comando da Marinha que, segundo O Estado, provavelmente contará com lanchas rápidas e com um dos três novos patrulheiros da classe Amazonas ou uma fragata da série Niterói, armada com mísseis, canhões e torpedos. A Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, será monitorada com previsão de abordagem de embarcações para a inspeção. Segundo o general Jamil Megid, a Defesa trabalhará com atividades na Base Aérea do Galeão e nos controles do espaço e do mar para a “prevenção e combate ao terrorismo”. O responsável pelo setor de comunicação da JMJ, o padre Márcio Queiroz, afirmou que não há preocupação com o esquema de segurança devido à proteção ao Papa ser reforçada pelas Forças Armadas e as polícias. (O Estado de S. Paulo – Metrópole – 30/06/13)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Militares serão empregados em esquema de segurança da Jornada Mundial da Juventude


De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, aproximadamente 8,5 mil integrantes das Forças Armadas – sendo 7 mil do Exército e 1,5 mil da Marinha – irão garantir a segurança durante a Jornada Mundial da Juventude, que será realizada de 23 a 28 de julho na cidade do Rio de Janeiro. Com o objetivo de evitar incidentes que prejudiquem o andamento do evento e levem pânico à população, militares da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército irão ocupar instalações consideradas estratégicas, como as usinas nucleares de Angra dos Reis, a termelétrica de Santa Cruz, a Refinaria de Duque de Caxias, a Estação de Tratamento de Água do Guandu e a Estação do Lameirão. Nos dias 27 e 28 de julho, quando serão realizadas a vigília e a missa de encerramento em Guaratiba, com a presença do papa Francisco, será decretada Garantia da Lei e da Ordem (GOL), que garante às Forças Armadas a responsabilidade constitucional pela segurança pública. As Forças serão responsáveis pelo terreno em Guaratiba e pelas instalações estratégicas, e “nos outros locais da cidade e no restante dos dias da Jornada, o patrulhamento será de responsabilidade da Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos, do Ministério da Justiça", afirmou o general de Divisão José Alberto da Costa Abreu, coordenador do Centro de Defesa de Área e Segurança do Exército. Segundo o Estado, o prédio do Comando Militar do Leste abrigará o Centro de Coordenação Tático Integrado, o Centro de Defesa de Área e o Centro de Defesa Cibernética, que tem como objetivo evitar ataques de hackers a sites e a sistemas de energia elétrica, telefonia e internet. (O Estado de S. Paulo – Metrópole - 24/04/13)

terça-feira, 23 de abril de 2013

Explosão de bombas em Boston coloca Exército brasileiro em alerta


Conforme publicado pelo jornal Folha de S. Paulo, agentes dos setores antiterror da Polícia Federal e do Exército brasileiro estão em busca de informações sobre a explosão de bombas ocorrida na cidade de Boston, nos Estados Unidos da América (EUA), no dia 15/04/13. De acordo com a Folha, os militares aguardam os relatórios da área de inteligência para averiguar se serão necessárias mudanças nos preparativos para a Copa das Confederações, que ocorrerá no Brasil em junho, e a Jornada Mundial da Juventude, em julho. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a embaixadora estadunidense na Organização das Nações Unidas (ONU), Susan Rice, declarou que os EUA ofereceram-se para cooperar com o Brasil compartilhando lições aprendidas no recente atentado. Rice deverá se reunir com o ministro da Defesa brasileiro, Celso Amorim. Em coluna opinativa para a Folha no dia 18/04/13, a jornalista Paula Cesarino Costa afirmou que, com a aproximação da Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude, órgãos como o Exército, Polícia Militar e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) entraram em estado de alerta para garantir que a característica de país pacífico, aberto e democrático não se transforme em um defeito para o Brasil. O periódico ainda mencionou que, por consequência dos atentados em Boston, o inimigo externo ganhou relevância no planejamento de segurança dos grandes eventos. (Folha de S. Paulo – Mundo - 17/04/13; Folha de S. Paulo – Opinião - 18/04/13; O Estado de S. Paulo – Internacional - 18/04/13)

terça-feira, 5 de março de 2013

Governo se prepara para a segurança nos grandes eventos


De acordo com o periódico O Estado de S. Paulo, o governo federal possui grandes metas na área de segurança no que tange aos grandes eventos que o país irá sediar: a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude em 2013, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. O jornal informou que a previsão de gastos com a segurança na Copa do Mundo e na Copa das Confederações está em torno de R$1,879 bilhão, segundo a Matriz de Responsabilidades, em relatório datado de dezembro de 2012. Os planos contêm aprimoramento da segurança nas fronteiras, portos, aeroportos; ações antiterrorismo; vigilância; proteção dos estádios e locais de grande circulação de pessoas, entre outros. O Estado ainda destacou a integração das polícias militar, federal, guardas civis municipais, Forças Armadas, Corpo de Bombeiros e demais forças de segurança, exigindo a criação de 14 Centros de Comando e Controle, 12 regionais e dois nacionais, os quais ficarão em Brasília e no Rio de Janeiro. Desde o dia 25/02/13, policiais federais e estaduais e servidores da Receita Federal e de outros órgãos participam de treinamento sobre Gerenciamento de Controle de Fronteiras. Representantes da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil também estão oferecendo cursos de combate ao terrorismo. O Ministro da Defesa, Celso Amorim, assegurou que não faltará verba para o programa que prevê a “compra de equipamentos, criação de centros integrados de comando, comunicações, controle e inteligência e qualificação de pessoal, entre os quais times preparados para ações antiterror”. O Estado ainda destacou a compra de cinco baterias de artilharia antiaérea da Rússia, podendo chegar a uma negociação de US$ 1 bilhão. Porém, tais equipamentos estarão ativos somente nas Olimpíadas de 2016. De acordo com o jornal, a Força Aérea vislumbra a aquisição de uma plataforma Istar (Inteligência, Designação de Alvos, Vigilância e Reconhecimento) para a montagem no jato R-99 do Esquadrão Guardião, de Anápolis, no estado de Goiás, que utiliza a versão militar do birreator ERJ-145, da Embraer. O jornal informou que, até o momento, houve somente a decisão de modernizar cinco aeronaves de alerta avançado e três de sensoriamento remoto. Um oficial do Exército destacou que os planos são equivalentes aos de uma campanha militar de combate, focando nas 12 cidades sedes dos jogos da Copa do Mundo. O periódico evidenciou que a Força Aérea Brasileira será a responsável pela defesa do espaço, recorrendo ao supersônico F-5M, modernizado na Embraer Defesa e Segurança. Ainda foi mencionado que a Aeronáutica está formando 300 controladores de voo a cada ano e que navios da Força Naval e integrantes do Grupamento de Mergulhadores de Combate (Grumec), inspirados no time de elite Seal, dos Estados Unidos, atuarão no litoral. O Exército deslocará blindados, tropas e equipes da Brigada de Forças Especiais de Goiânia, cujo trabalho é sigiloso. No dia 28/02/13, segundo o Correio Braziliense, o Exército Brasileiro iniciou uma série de reuniões com o objetivo de integrar os diferentes órgãos de segurança pública da capital do país, Brasília, com o objetivo de prepará-los para os eventos que começarão este ano. (Correio Braziliense – Cidades - 01/03/13; O Estado de S. Paulo – Esportes – 24/02/13)