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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Forças Armadas auxiliaram na segurança do Maracanã

De acordo com os jornais Correio Braziliense e O Estado de S. Paulo, o jogo da final da Copa das Confederações, realizado em 30/06/13, contou com um efetivo de policiais militares nos arredores do estádio do Maracanã e com 7,4 mil militares das Forças Armadas, sendo 5.500 do Exército, 1.300 da Marinha e 600 da Aeronáutica, os quais reforçaram a segurança do evento, posicionados em locais estratégicos da cidade. A cautela se deu por causa das manifestações que aconteceram ao redor do estádio. Locais públicos como praças e estações de trem e metro próximos ao local do evento receberam destaque na segurança. (Correio Braziliense – 30/06/2013; O Estado de S. Paulo – Esportes – 29/06/13; O Estado de S. Paulo – Esportes – 30/06/13)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Exército poderia ser convocado para garantir segurança em estádios

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) manifestou descontentamento com a falta de medidas para garantir a segurança da Copa das Confederações (2013) e a Copa do Mundo de 2014. Segundo o jornal, a entidade foi tranquilizada pela garantia de incremento de 30% no policiamento e pela afirmação da presidenta da República, Dilma Rousseff, de que o Exército poderia ser convocado para proteger os estádios. Segundo O Estado, uma dificuldade admitida pelo governo seria manter a segurança do evento sem criar um ambiente de guerra. Na cidade de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, onde aconteceu um dos jogos das semifinais da Copa das Confederações no dia 26/06/13, o efetivo policial de mais de 3550 homens designados para a segurança do evento contou com mais de mil homens do Exército que permaneceram no campus da Pampulha, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De acordo com o coronel Márcio Sant’ana, comandante da Polícia Militar, o efetivo do Exército ficou posicionado na Universidade para evitar que o campus fosse alvo de vândalos, e não foi usado para trabalho nas ruas. De acordo com O Estado, o Exército reforçou a segurança durante a final da Copa das Confederações, no dia 30/06/13, no estádio do Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo O Estado, o efetivo mobilizado não foi divulgado. (Correio Braziliense – 24/06/13; O Estado de S. Paulo – Esportes – 23/06/13; O Estado de S. Paulo – Esportes – 27/06/13)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Operação de defesa para a Copa das Confederações conta com 23 mil militares

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, no dia 14/06/13 foi anunciado que a Copa das Confederações conta com uma operação militar de defesa formada por 23 mil militares das três Armas e um investimento de R$ 710 milhões. (O Estado de S. Paulo – Esporte – 15/06/13)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Forças Armadas auxiliaram na segurança da Copa das Confederações



De acordo com o periódico Correio Braziliense, o Ministério da Defesa foi responsável pelo controle do tráfego aéreo de Brasília, durante o jogo entre Brasil e Japão pela Copa das Confederações, no dia 15/06/13. Foram estabelecidas três zonas de exclusão aérea, nas quais circularam apenas aeronaves autorizadas. Segundo o Correio, no solo, houve “baterias anti-aéreas e sistemas com medidas de combate a eventuais ataques terroristas”. Caças Mirage estavam na Base Aérea de Anápolis, no estado de Goiás, e poderiam ser acionados “para abordar e até abater qualquer aeronave que invada os espaços restritos”. De acordo com o periódico, todas as medidas de segurança foram controladas e supervisionadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle, que contou com representantes da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), órgão que reúne Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Forças Armadas e Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. O periódico O Estado de S. Paulo, divulgou que, em reunião realizada na Casa Civil com a participação de sete ministérios, contando com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu-se que haveria reforço na segurança das cidades-sede da Copa das Confederações. O Exército dispôs de 3,7 mil militares, helicópteros e mais de 50 veículos blindados – alguns equipados com baterias antiaéreas – que participaram da operação. Segundo O Estado, a segurança empregada nos grandes eventos sediados pelo Brasil exigirá até 2016 um investimento de R$ 710 milhões, dos quais aproximadamente R$ 610 milhões já foram liberados. O general José Carlos De Nardi, chefe do Estado-Maior Conjunto da Defesa, negocia a compra de baterias russas, modelo Pantsir Si, que combina canhões e mísseis. Porém, estas só serão entregues a tempo das Olimpíadas de 2016. De acordo com os jornais O Estado e Correio Braziliense, os equipamentos que compõem o novo sistema Integrado de Comando e Controle para Segurança de Grandes Eventos foram entregues no dia 13/06/13, a um custo total de R$ 1,8 bilhão. Durante o evento de entrega dos equipamentos, a presidenta da República, Dilma Rousseff, afirmou que deixará como legado para a população brasileira uma “segurança pública integrada” e que é "um dever de Estado, que tem caráter permanente e deve ser, de fato, perseguido acima de todas as outras considerações". (Correio Braziliense – Cidades – 12/06/13; Correio Braziliense – Cidade – 14/06/13; O Estado de S. Paulo – Esportes – 13/06/13; O Estado de S. Paulo – Esporte – 14/06/13)

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Forças Armadas realizam exercícios para a Copa das Confederações



Segundo o periódico O Estado de S. Paulo, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, no dia 29/05/13, um exercício de simulação de hostilidades no espaço aéreo da cidade do Rio de Janeiro, como parte do esquema de segurança para a Copa das Confederações, a ser realizada em junho de 2013. Durante o exercício, foi utilizada uma aeronave Emb-120 Brasília – denominada C-97 pela FAB – como aeronave intrusa “em atitude furtiva e hostil”, que foi interceptada por dois aviões de caça F-5M que, apesar da permissão para utilizar o canhão de 20mm e mísseis ar-ar, tinham como prioridade coagir a aeronave intrusa a realizar o pouso. A operação durou 20 minutos e foi um sucesso. De acordo com o jornal, a FAB utilizará, no dia 15/06/13, durante a abertura da Copa das Confederações, pelo menos um veículo aéreo não tripulado (Vant) na cidade de Brasília, como parte do esquema de vigilância do evento. Está em fase de análise o emprego de Vants durante o encerramento da Copa das Confederações na cidade do Rio de Janeiro e não foi definida a utilização de tais aeronaves na Jornada Mundial da Juventude que ocorrerá no mês de julho. Segundo O Estado, os Vants da FAB possuem autonomia de 16 horas e não operam armados. De acordo com o periódico, o Exército simulou a ocupação da estação que fornece energia ao estádio do Maracanã, diante da ameaça de invasão por um grupo radical. Já a Marinha fez inspeções de embarcações na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, e os fuzileiros navais simularam o resgate de um atleta sequestrado por terroristas ou traficantes. (O Estado de S. Paulo – Política – 30/05/13)

Brasil prepara defesa e segurança pública para grandes eventos


Segundo o jornal Correio Braziliense, o Exército, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Corpo de Bombeiros realizaram no dia 22/05/13 um exercício conjunto de simulação de uma ação contra terrorista na cidade de Brasília. A operação, realizada na estação de tratamento de água da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), teve como objetivo preparar os órgãos de defesa nacional e de segurança pública para ações conjuntas durante a Copa das Confederações, em 2013, e a Copa do Mundo de 2014. De acordo com o Correio, foram mobilizados 120 militares e 13 bombeiros na ação, incluindo soldados especializados em ameaças químicas e radioativas, bem como seis veículos do Exército e do Corpo de Bombeiros. Segundo o chefe do Comando Militar do Planalto, general Gerson Menandro, um atentado a uma estrutura como a Caesb traria danos à população, pois a estação de tratamento “é uma estrutura estratégica, assim como pontos de telecomunicação, de transporte, de energia e o espaço aéreo”. De acordo com o diretor de Contraterrorismo da Abin, Luiz Salaberry, as informações sobre riscos na área de Defesa são fornecidos pela Agência ao Exército, enquanto que as informações na área de segurança pública são enviadas ao Ministério da Justiça. Além disso, segundo Salaberry, “temos de tratar o Brasil como se fosse o principal alvo de organizações terroristas para estarmos sempre preparados. Já fazemos esses trabalhos há muitos anos". No dia 23/05/13, foi a vez da Marinha realizar dois exercícios, cujo objetivo era simular a contenção de ameaças nos hotéis da capital federal, que serão utilizados pela Seleção Brasileira de Futebol e pela comitiva da Fifa. Segundo o comandante do Grupamento dos Fuzileiros Navais de Brasília, Athila de Faria Oliveira, responsável pelo primeiro exercício, “o emprego das Forças Armadas ocorrerá apenas se as estrutura padrão do Estado não surtir efeito, como a força policial”. Já o responsável pelo segundo exercício, o comandante Haroldo Vasques, informou que os exercícios são para garantir a tranquilidade dos jogos. Em entrevista para o jornal O Estado de S. Paulo o diretor-geral da Abin, Wilson Trezza, afirmou que o crime comum é o que mais preocupa em relação aos grandes eventos que o Brasil receberá. Segundo Trezza, o terrorismo, apesar de ser uma possibilidade, não é provável e outras preocupações como manifestações e rivalidade das torcidas merecem atenção. Sobre a Operação Ágata 7, o diretor-geral da Abin afirmou que controlará a entrada e saída de pessoas e materiais ilícitos nas fronteiras, a fim de aumentar a segurança e combater crimes que possam vir a ameaçar os grandes eventos. (Correio Braziliense – 23/05/13; Correio Braziliense – Cidade - 25/05/13; O Estado de S. Paulo – Internacional – 19/05/13)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Segurança nos grandes eventos II: Exército intensifica a fiscalização do comércio e manuseio de explosivos




Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, integrantes do Comando Militar do Sudeste (CMSE) inspecionaram 385 empresas em 141 cidades do estado de São Paulo com o intuito de coibir o desvio e o comércio irregular de explosivos. O objetivo é evitar que este material seja entregue a facções criminosas ou utilizados em possíveis atentados terroristas durante os grandes eventos que o país sediará a partir deste ano. Essa operação, denominada Operação Selva de Pedra, contou com a participação de 256 homens de quatro unidades do Exército, além de policiais militares e civis. Segundo previsões do general João Camilo Pires de Campos, comandante da 2ª Região Militar, operações como essa serão mais frequentes diante a proximidade dos grandes eventos sediados pelo Brasil. Esta ação havia sido planejada desde março e contou com a ajuda do governo do estado de São Paulo, além disso, os soldados que participaram da operação tiveram treinamento especial para que pudessem dar suporte aos oficiais encarregados da fiscalização. Inicialmente duas empresas clandestinas foram descobertas e 25 quilos de explosivos foram apreendidos, os responsáveis foram indiciados pela Polícia Civil. (O Estado de S. Paulo – Metrópole - 17/05/13)