De acordo com os
jornais Correio Braziliense e O Estado de S. Paulo, o jogo da final da
Copa das Confederações, realizado em 30/06/13, contou com um efetivo de
policiais militares nos arredores do estádio do Maracanã e com 7,4 mil
militares das Forças Armadas, sendo 5.500 do Exército, 1.300 da Marinha e 600
da Aeronáutica, os quais reforçaram a segurança do evento, posicionados em
locais estratégicos da cidade. A cautela se deu por causa das manifestações que
aconteceram ao redor do estádio. Locais públicos como praças e estações de trem
e metro próximos ao local do evento receberam destaque na segurança. (Correio
Braziliense – 30/06/2013; O Estado de S. Paulo – Esportes – 29/06/13; O Estado
de S. Paulo – Esportes – 30/06/13)
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Exército poderia ser convocado para garantir segurança em estádios
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo,
a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA) manifestou
descontentamento com a falta de medidas para garantir a segurança da Copa das
Confederações (2013) e a Copa do Mundo de 2014. Segundo o jornal, a entidade
foi tranquilizada pela garantia de incremento de 30% no policiamento e pela
afirmação da presidenta da República, Dilma Rousseff, de que o Exército poderia
ser convocado para proteger os estádios. Segundo O Estado, uma dificuldade admitida
pelo governo seria manter a segurança do evento sem criar um ambiente de
guerra. Na cidade de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, onde
aconteceu um dos jogos das semifinais da Copa das Confederações no dia
26/06/13, o efetivo policial de mais de 3550 homens designados para a segurança
do evento contou com mais de mil homens do Exército que permaneceram no campus
da Pampulha, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De acordo com o
coronel Márcio Sant’ana, comandante da Polícia Militar, o efetivo do Exército
ficou posicionado na Universidade para evitar que o campus fosse alvo de
vândalos, e não foi usado para trabalho nas ruas. De acordo com O Estado, o
Exército reforçou a segurança durante a final da Copa das Confederações, no dia
30/06/13, no estádio do Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro. Segundo O
Estado, o efetivo mobilizado não foi divulgado. (Correio Braziliense –
24/06/13; O Estado de S. Paulo – Esportes – 23/06/13; O Estado de S. Paulo –
Esportes – 27/06/13)
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Operação de defesa para a Copa das Confederações conta com 23 mil militares
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, no dia 14/06/13
foi anunciado que a Copa das Confederações conta com uma operação militar de
defesa formada por 23 mil militares das três Armas e um investimento de R$ 710
milhões. (O Estado de S. Paulo – Esporte – 15/06/13)
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Forças Armadas auxiliaram na segurança da Copa das Confederações
De acordo com o
periódico Correio Braziliense, o Ministério da Defesa foi responsável pelo
controle do tráfego aéreo de Brasília, durante o jogo entre Brasil e Japão pela
Copa das Confederações, no dia 15/06/13. Foram estabelecidas três zonas de
exclusão aérea, nas quais circularam apenas aeronaves autorizadas. Segundo o
Correio, no solo, houve “baterias anti-aéreas e sistemas com medidas de combate
a eventuais ataques terroristas”. Caças Mirage estavam na Base Aérea de
Anápolis, no estado de Goiás, e poderiam ser acionados “para abordar e até
abater qualquer aeronave que invada os espaços restritos”. De acordo com o
periódico, todas as medidas de segurança foram controladas e supervisionadas
pelo Centro Integrado de Comando e Controle, que contou com representantes da
Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), órgão que
reúne Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, Agência
Brasileira de Inteligência (Abin), Forças Armadas e Secretaria de Segurança
Pública do Distrito Federal. O periódico O Estado de S. Paulo, divulgou que, em
reunião realizada na Casa Civil com a participação de sete ministérios,
contando com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim, decidiu-se que
haveria reforço na segurança das cidades-sede da Copa das Confederações. O
Exército dispôs de 3,7 mil militares, helicópteros e mais de 50 veículos
blindados – alguns equipados com baterias antiaéreas – que participaram da
operação. Segundo O Estado, a segurança empregada nos grandes eventos sediados
pelo Brasil exigirá até 2016 um investimento de R$ 710 milhões, dos quais
aproximadamente R$ 610 milhões já foram liberados. O general José Carlos De
Nardi, chefe do Estado-Maior Conjunto da Defesa, negocia a compra de baterias
russas, modelo Pantsir Si, que combina canhões e mísseis. Porém, estas só serão
entregues a tempo das Olimpíadas de 2016. De acordo com os jornais O Estado e
Correio Braziliense, os equipamentos que compõem o novo sistema Integrado de
Comando e Controle para Segurança de Grandes Eventos foram entregues no dia
13/06/13, a um custo total de R$ 1,8 bilhão. Durante o evento de entrega dos
equipamentos, a presidenta da República, Dilma Rousseff, afirmou que deixará
como legado para a população brasileira uma “segurança pública integrada” e que
é "um dever de Estado, que tem caráter permanente e deve ser, de fato,
perseguido acima de todas as outras considerações". (Correio Braziliense –
Cidades – 12/06/13; Correio Braziliense – Cidade – 14/06/13; O Estado de S.
Paulo – Esportes – 13/06/13; O Estado de S. Paulo – Esporte – 14/06/13)
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Forças Armadas realizam exercícios para a Copa das Confederações
Segundo
o periódico O Estado de S. Paulo, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou, no
dia 29/05/13, um exercício de simulação de hostilidades no espaço aéreo da
cidade do Rio de Janeiro, como parte do esquema de segurança para a Copa das
Confederações, a ser realizada em junho de 2013. Durante o exercício, foi utilizada
uma aeronave Emb-120 Brasília – denominada C-97 pela FAB – como aeronave
intrusa “em atitude furtiva e hostil”, que foi interceptada por dois aviões de
caça F-5M que, apesar da permissão para utilizar o canhão de 20mm e mísseis
ar-ar, tinham como prioridade coagir a aeronave intrusa a realizar o pouso. A
operação durou 20 minutos e foi um sucesso. De acordo com o jornal, a FAB
utilizará, no dia 15/06/13, durante a abertura da Copa das Confederações, pelo
menos um veículo aéreo não tripulado (Vant) na cidade de Brasília, como parte
do esquema de vigilância do evento. Está em fase de análise o emprego de Vants
durante o encerramento da Copa das Confederações na cidade do Rio de Janeiro e
não foi definida a utilização de tais aeronaves na Jornada Mundial da Juventude
que ocorrerá no mês de julho. Segundo O Estado, os Vants da FAB possuem
autonomia de 16 horas e não operam armados. De acordo com o periódico, o
Exército simulou a ocupação da estação que fornece energia ao estádio do
Maracanã, diante da ameaça de invasão por um grupo radical. Já a Marinha fez
inspeções de embarcações na Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro, e os
fuzileiros navais simularam o resgate de um atleta sequestrado por terroristas
ou traficantes. (O Estado de S. Paulo – Política – 30/05/13)
Brasil prepara defesa e segurança pública para grandes eventos
Segundo o jornal Correio Braziliense, o
Exército, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Corpo de Bombeiros
realizaram no dia 22/05/13 um exercício conjunto de simulação de uma ação
contra terrorista na cidade de Brasília. A operação, realizada na estação de
tratamento de água da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal
(Caesb), teve como objetivo preparar os órgãos de defesa nacional e de
segurança pública para ações conjuntas durante a Copa das Confederações, em
2013, e a Copa do Mundo de 2014. De acordo com o Correio, foram mobilizados 120
militares e 13 bombeiros na ação, incluindo soldados especializados em ameaças
químicas e radioativas, bem como seis veículos do Exército e do Corpo de
Bombeiros. Segundo o chefe do Comando Militar do Planalto, general Gerson
Menandro, um atentado a uma estrutura como a Caesb traria danos à população,
pois a estação de tratamento “é uma estrutura estratégica, assim como pontos de
telecomunicação, de transporte, de energia e o espaço aéreo”. De acordo com o
diretor de Contraterrorismo da Abin, Luiz Salaberry, as informações sobre
riscos na área de Defesa são fornecidos pela Agência ao Exército, enquanto que
as informações na área de segurança pública são enviadas ao Ministério da
Justiça. Além disso, segundo Salaberry, “temos de tratar o Brasil como se fosse
o principal alvo de organizações terroristas para estarmos sempre preparados.
Já fazemos esses trabalhos há muitos anos". No dia 23/05/13, foi a vez da
Marinha realizar dois exercícios, cujo objetivo era simular a contenção de
ameaças nos hotéis da capital federal, que serão utilizados pela Seleção
Brasileira de Futebol e pela comitiva da Fifa. Segundo o comandante do
Grupamento dos Fuzileiros Navais de Brasília, Athila de Faria Oliveira,
responsável pelo primeiro exercício, “o emprego das Forças Armadas ocorrerá apenas
se as estrutura padrão do Estado não surtir efeito, como a força policial”. Já
o responsável pelo segundo exercício, o comandante Haroldo Vasques, informou
que os exercícios são para garantir a tranquilidade dos jogos. Em entrevista
para o jornal O Estado de S. Paulo o diretor-geral da Abin, Wilson Trezza,
afirmou que o crime comum é o que mais preocupa em relação aos grandes eventos
que o Brasil receberá. Segundo Trezza, o terrorismo, apesar de ser uma
possibilidade, não é provável e outras preocupações como manifestações e
rivalidade das torcidas merecem atenção. Sobre a Operação Ágata 7, o
diretor-geral da Abin afirmou que controlará a entrada e saída de pessoas e
materiais ilícitos nas fronteiras, a fim de aumentar a segurança e combater
crimes que possam vir a ameaçar os grandes eventos. (Correio Braziliense –
23/05/13; Correio Braziliense – Cidade - 25/05/13; O Estado de S. Paulo –
Internacional – 19/05/13)
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Segurança nos grandes eventos II: Exército intensifica a fiscalização do comércio e manuseio de explosivos
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo,
integrantes do Comando Militar do Sudeste (CMSE) inspecionaram 385 empresas em
141 cidades do estado de São Paulo com o intuito de coibir o desvio e o
comércio irregular de explosivos. O objetivo é evitar que este material seja
entregue a facções criminosas ou utilizados em possíveis atentados terroristas
durante os grandes eventos que o país sediará a partir deste ano. Essa operação,
denominada Operação Selva de Pedra, contou com a participação de 256 homens de
quatro unidades do Exército, além de policiais militares e civis. Segundo
previsões do general João Camilo Pires de Campos, comandante da 2ª Região
Militar, operações como essa serão mais frequentes diante a proximidade dos
grandes eventos sediados pelo Brasil. Esta ação havia sido planejada desde
março e contou com a ajuda do governo do estado de São Paulo, além disso, os
soldados que participaram da operação tiveram treinamento especial para que
pudessem dar suporte aos oficiais encarregados da fiscalização. Inicialmente
duas empresas clandestinas foram descobertas e 25 quilos de explosivos foram
apreendidos, os responsáveis foram indiciados pela Polícia Civil. (O Estado de S.
Paulo – Metrópole - 17/05/13)
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