Segundo o periódico
Folha de S. Paulo, o Boeing 707 KC-137 nº 2401, utilizado por vários
presidentes brasileiros, cujo apelido é Sucatão desde o ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, foi vendido em leilão na cidade do Rio de Janeiro por R$ 13,5
mil. A Força Aérea Brasileira impediu que o comprador, Paulo Renato Pires
Fernandez, empresário e ex-funcionário da Transbrasil, expusesse o avião no
Museu da Tam. Sendo assim, a aeronave foi desmantelada para preservar segredos
militares e impedir a reutilização de equipamentos aeronáuticos. O alumínio
aeronáutico foi fundido e Fernandez visa Espanha, Estados Unidos e China como
compradores. As quatro turbinas do Boeing foram preservadas e serão doadas para
uma escola de aviação. Segundo o jornal, apesar do Boeing ter sido criticado
pelos últimos presidentes, o avião era venerado pelos militares da Aeronáutica
por sua capacidade de reabastecer jatos em pleno voo. (Folha de S. Paulo –
Poder – 04/10/15)
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quarta-feira, 14 de outubro de 2015
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Aviões KC-137 foram desativados
De acordo com o periódico Correio Braziliense, no dia 10/10/13, em
solenidade na Base Aérea do Galeão, na cidade do Rio de Janeiro, aeronaves
“KC-137, versão militar do Boeing 707”, foram desativadas. Segundo O Correio, os aviões, que pertenciam ao
Esquadrão Corsário do 2º Grupo de Transporte, não serão substituídos por
enquanto. (Correio Braziliense – 10/10/13)
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Negociadora da Boeing avalia possível parceria com o Brasil
Em entrevista ao Correio Braziliense,
a ex-embaixadora estadunidense Donna Hrinak, que assumiu há um ano e meio o
comando das negociações entre a empresa estadunidense Boeing e o governo
brasileiro, informou que não pretende apenas fornecer 36 caças F-18 Super
Hornet à Força Aérea Brasileira (FAB), mas também tem a intenção de redimensionar
a relação entre a empresa e o país, buscando uma parceria para desenvolver
produtos e tecnologias. A Boeing é uma das três empresas finalistas na
licitação do Programa FX-2 de reaparelhamento da FAB. Hrinak afirmou que a
Boeing gostaria de aprimorar a parceria com a Empresa Brasileira de Aeronáutica
(Embraer) nas questões relacionadas à segurança de voo e defesa do espaço
aéreo, com destaque para a pesquisa que será financiada pela Boeing para
desenvolver uma indústria de biocombustível para aviões. Segundo Hrinak, os
Estados Unidos estão dando ao Brasil as condições que proporcionam a seus
melhores aliados com relação à transferência de tecnologia. A venda foi
aprovada pelas duas casas do Congresso estadunidense, apesar do veto à
transferência dos códigos de segurança de voo. Sobre a expectativa do anúncio
do vencedor da licitação, a ex-embaixadora afirmou que confia na decisão da
presidenta da Republica, Dilma Rousseff, mas que é preciso iniciar o processo
de montagem dos caças, que pode levar anos. O Correio informou que a FAB pretende aposentar os caças Mirage-2000
em dezembro de 2013, pressionando a conclusão das negociações do projeto FX-2. (Correio
Brasiliense – 08/09/13)
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Transferência tecnológica para a compra dos caças F-18 Super Hornet pode ser ampliada
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o pacote de
transferência tecnológica a ser concedido junto à possível compra dos caças
F-18 Super Hornet, da empresa Boeing, pelo projeto brasileiro de modernização
da Força Aérea, FX-2, pode ser ampliado de acordo com o aprofundamento da
cooperação e confiança entre os governos dos Estados Unidos da América (EUA) e
do Brasil, bem como entre a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e a
empresa estadunidense Boeing. De acordo com o vice-presidente do Programa
Boeing F/A-18, Mike Gibbons, “o Brasil e os EUA precisam um do outro. Os EUA
precisam do Brasil para estar seguros. Por isso, se o Brasil comprar os F-18
Super Hornet e se tornar um aliado do EUA, a parceria e a confiança mútuas vão
se expandir e a transferência tecnológica será estendida para um potencial
adicional”. De acordo com o Estado, a
Boeing vem demonstrando, cada vez mais, o forte interesse em ampliar os
negócios com o Brasil, como por exemplo, ao ter aberto um escritório na cidade
de São Paulo, ao ter enviado a ex-embaixadora americana Donna Hrinak como sua
representante, e ao ter fechado acordos com a Embraer para o aperfeiçoamento do
caça modelo A-29 Super Tucano, e a venda do modelo cargueiro KC-390. Além
disso, a empresa estadunidense fechou parceria com a empresa AEL Sistemas
(subsidiária no Brasil da empresa israelense Elbit Systems) para fornecimento
de novas telas do painel de controle de seus caças. Em contrapartida, o jornal
avaliou que essa promessa de transferência tecnológica ampliada não se traduz
na palavra “irrestrita”, que está presente na oferta da empresa francesa Dassault,
outra concorrente do projeto brasileiro FX-2. O Estado destacou que, apesar das promessas de transferência
tecnológica anunciadas inclusive pelo secretário da Defesa dos EUA, Leon
Panetta, essa decisão cabe ao Senado estadunidense. Gibbons, por sua vez,
acredita que o Senado não teria como recuar diante dessas propostas e afirmou
que a Boeing já estaria preparada para iniciar a produção dos caças ainda esse
ano, caso a compra se concretize. (O Estado de S. Paulo – Nacional – 14/07/12)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Embraer e Boeing fazem parceria para desenvolvimento de avião cargueiro
Segundo os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e a estadunidense Boeing realizarão uma parceria para venda e desenvolvimento, através da troca de conhecimento técnico, do avião cargueiro KC-390. A Folha destacou que o primeiro voo de teste está previsto para o ano de 2014. Como divulgado por O Estado, a Embraer estima vender entre 105 e 140 unidades do KC-390 nos próximos 20 anos, mas, segundo o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, a parceria com a Boeing permitirá que os números de venda aumentem. A Embraer possui atualmente 60 cartas de intenção de compra, de acordo com o jornal, porém, o preço do cargueiro ainda não foi definido. O Estado acrescentou que, seguindo as especificações iniciais, o avião poderá ser reabastecido no ar, terá capacidade para carregar 19 toneladas e terá a habilidade de ser utilizado como avião tanque; além disso, a Força Aérea Brasileira, que é a autora do projeto do KC-390, pretende adquirir, no mínimo, 28 unidades do avião. Segundo o presidente da Boeing Defense, Space & Security, Dennis Muilenburg, a parceria não visaria remunerar a empresa estadunidense por parte da brasileira, entretanto, Aguiar mencionou que “o contrato ainda não está detalhado a ponto de definir essas questões”. Ambos presidentes evidenciaram que esta parceria não possui relação com o programa brasileiro de aquisição de caças FX-2, em que a Boeing é uma das empresas concorrentes. O Estado afirmou que, apesar desta ressalva, a parceria que envolve o KC-390 pode “contar alguns pontos” para a empresa americana no projeto FX-2. (Folha de S. Paulo – Mercado – 27/06/12; O Estado de S. Paulo – Negócios – 27/06/12)
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