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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Antigo avião presidencial é vendido em leilão

Segundo o periódico Folha de S. Paulo, o Boeing 707 KC-137 nº 2401, utilizado por vários presidentes brasileiros, cujo apelido é Sucatão desde o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, foi vendido em leilão na cidade do Rio de Janeiro por R$ 13,5 mil. A Força Aérea Brasileira impediu que o comprador, Paulo Renato Pires Fernandez, empresário e ex-funcionário da Transbrasil, expusesse o avião no Museu da Tam. Sendo assim, a aeronave foi desmantelada para preservar segredos militares e impedir a reutilização de equipamentos aeronáuticos. O alumínio aeronáutico foi fundido e Fernandez visa Espanha, Estados Unidos e China como compradores. As quatro turbinas do Boeing foram preservadas e serão doadas para uma escola de aviação. Segundo o jornal, apesar do Boeing ter sido criticado pelos últimos presidentes, o avião era venerado pelos militares da Aeronáutica por sua capacidade de reabastecer jatos em pleno voo. (Folha de S. Paulo – Poder – 04/10/15)


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Aviões KC-137 foram desativados

De acordo com o periódico Correio Braziliense, no dia 10/10/13, em solenidade na Base Aérea do Galeão, na cidade do Rio de Janeiro, aeronaves “KC-137, versão militar do Boeing 707”, foram desativadas. Segundo O Correio, os aviões, que pertenciam ao Esquadrão Corsário do 2º Grupo de Transporte, não serão substituídos por enquanto. (Correio Braziliense – 10/10/13)


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Negociadora da Boeing avalia possível parceria com o Brasil

Em entrevista ao Correio Braziliense, a ex-embaixadora estadunidense Donna Hrinak, que assumiu há um ano e meio o comando das negociações entre a empresa estadunidense Boeing e o governo brasileiro, informou que não pretende apenas fornecer 36 caças F-18 Super Hornet à Força Aérea Brasileira (FAB), mas também tem a intenção de redimensionar a relação entre a empresa e o país, buscando uma parceria para desenvolver produtos e tecnologias. A Boeing é uma das três empresas finalistas na licitação do Programa FX-2 de reaparelhamento da FAB. Hrinak afirmou que a Boeing gostaria de aprimorar a parceria com a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) nas questões relacionadas à segurança de voo e defesa do espaço aéreo, com destaque para a pesquisa que será financiada pela Boeing para desenvolver uma indústria de biocombustível para aviões. Segundo Hrinak, os Estados Unidos estão dando ao Brasil as condições que proporcionam a seus melhores aliados com relação à transferência de tecnologia. A venda foi aprovada pelas duas casas do Congresso estadunidense, apesar do veto à transferência dos códigos de segurança de voo. Sobre a expectativa do anúncio do vencedor da licitação, a ex-embaixadora afirmou que confia na decisão da presidenta da Republica, Dilma Rousseff, mas que é preciso iniciar o processo de montagem dos caças, que pode levar anos. O Correio informou que a FAB pretende aposentar os caças Mirage-2000 em dezembro de 2013, pressionando a conclusão das negociações do projeto FX-2. (Correio Brasiliense – 08/09/13)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Transferência tecnológica para a compra dos caças F-18 Super Hornet pode ser ampliada

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o pacote de transferência tecnológica a ser concedido junto à possível compra dos caças F-18 Super Hornet, da empresa Boeing, pelo projeto brasileiro de modernização da Força Aérea, FX-2, pode ser ampliado de acordo com o aprofundamento da cooperação e confiança entre os governos dos Estados Unidos da América (EUA) e do Brasil, bem como entre a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e a empresa estadunidense Boeing. De acordo com o vice-presidente do Programa Boeing F/A-18, Mike Gibbons, “o Brasil e os EUA precisam um do outro. Os EUA precisam do Brasil para estar seguros. Por isso, se o Brasil comprar os F-18 Super Hornet e se tornar um aliado do EUA, a parceria e a confiança mútuas vão se expandir e a transferência tecnológica será estendida para um potencial adicional”. De acordo com o Estado, a Boeing vem demonstrando, cada vez mais, o forte interesse em ampliar os negócios com o Brasil, como por exemplo, ao ter aberto um escritório na cidade de São Paulo, ao ter enviado a ex-embaixadora americana Donna Hrinak como sua representante, e ao ter fechado acordos com a Embraer para o aperfeiçoamento do caça modelo A-29 Super Tucano, e a venda do modelo cargueiro KC-390. Além disso, a empresa estadunidense fechou parceria com a empresa AEL Sistemas (subsidiária no Brasil da empresa israelense Elbit Systems) para fornecimento de novas telas do painel de controle de seus caças. Em contrapartida, o jornal avaliou que essa promessa de transferência tecnológica ampliada não se traduz na palavra “irrestrita”, que está presente na oferta da empresa francesa Dassault, outra concorrente do projeto brasileiro FX-2. O Estado destacou que, apesar das promessas de transferência tecnológica anunciadas inclusive pelo secretário da Defesa dos EUA, Leon Panetta, essa decisão cabe ao Senado estadunidense. Gibbons, por sua vez, acredita que o Senado não teria como recuar diante dessas propostas e afirmou que a Boeing já estaria preparada para iniciar a produção dos caças ainda esse ano, caso a compra se concretize. (O Estado de S. Paulo – Nacional – 14/07/12)

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Embraer e Boeing fazem parceria para desenvolvimento de avião cargueiro

Segundo os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e a estadunidense Boeing realizarão uma parceria para venda e desenvolvimento, através da troca de conhecimento técnico, do avião cargueiro KC-390. A Folha destacou que o primeiro voo de teste está previsto para o ano de 2014. Como divulgado por O Estado, a Embraer estima vender entre 105 e 140 unidades do KC-390 nos próximos 20 anos, mas, segundo o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, a parceria com a Boeing permitirá que os números de venda aumentem. A Embraer possui atualmente 60 cartas de intenção de compra, de acordo com o jornal, porém, o preço do cargueiro ainda não foi definido. O Estado acrescentou que, seguindo as especificações iniciais, o avião poderá ser reabastecido no ar, terá capacidade para carregar 19 toneladas e terá a habilidade de ser utilizado como avião tanque; além disso, a Força Aérea Brasileira, que é a autora do projeto do KC-390, pretende adquirir, no mínimo, 28 unidades do avião. Segundo o presidente da Boeing Defense, Space & Security, Dennis Muilenburg, a parceria não visaria remunerar a empresa estadunidense por parte da brasileira, entretanto, Aguiar mencionou que “o contrato ainda não está detalhado a ponto de definir essas questões”. Ambos presidentes evidenciaram que esta parceria não possui relação com o programa brasileiro de aquisição de caças FX-2, em que a Boeing é uma das empresas concorrentes. O Estado afirmou que, apesar desta ressalva, a parceria que envolve o KC-390 pode “contar alguns pontos” para a empresa americana no projeto FX-2. (Folha de S. Paulo – Mercado – 27/06/12; O Estado de S. Paulo – Negócios – 27/06/12)