Fernando Frazão - Agência Brasil. 07/04/14. Exército no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro: Forças Armadas destacarão 30 mil homens para as eleições. Correio Braziliense, Brasília. 27 set 2014.
Mostrando postagens com marcador Garantia da Lei e da Ordem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Garantia da Lei e da Ordem. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Forças Armadas são mobilizadas durante as eleições de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Militares devem atuar durante as eleições
De
acordo com o periódico Folha de S. Paulo, o Ministério da Defesa está treinando
30 mil militares para atuar durante as eleições de 2014, quando requisitados
pela Justiça Eleitoral. Até o momento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
aprovou a atuação dos militares em 95 localidades, baseando-se na Garantia da
Lei e da Ordem (GLO). A expectativa do Ministério da Defesa é de que 250
cidades brasileiras recebam este auxilio. As funções desempenhadas pelos
militares consistem em garantir a segurança de fiscais da Justiça Eleitoral e
dar apoio logístico, transportando urnas e funcionários a locais de difícil
acesso. (Folha de S. Paulo – Poder – 19/09/14).
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Exército cria órgão para levantar informações e monitorar movimentos sociais em manifestações
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o Exército criou um órgão para captar informações e monitorar quaisquer movimentos sociais que tenham o “potencial” para prejudicar a execução de uma missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Segundo O Estado, o órgão constituirá a 4ª subchefia do Comando de Operações Terrestres (Coter) que reunirá, além de informações de inteligência, dados de guerra eletrônica, comunicação social, operações psicológicas e defesa cibernética, e receberá dados de todos os órgãos que integram o Sistema de Inteligência do Brasil (Sisbin), como a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Centro de Inteligência do Exército (CIE), a Polícia Federal, órgãos de informações estaduais, entre outros. De acordo com o Exército, o órgão possui caráter preventivo e permite que a Força inicie uma ação munida de dados que permitam o completo “levantamento de consciência situacional” para que atue de forma proporcional à necessidade, evitando qualquer dano colateral. De acordo com o jornal, em caso de operação de GLO envolvendo um movimento social, os dados permitiriam ao Exército conhecer o líder para assim isolá-lo, além do material usado nas táticas de atuação. Segundo O Estado, oficiais teriam afirmado que não haverá infiltração de militares nos movimentos sociais. (O Estado de S. Paulo – Metrópole – 31/07/14)
Ocupação dos militares no complexo da Maré é prorrogada
Segundo os periódicos Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, o governador do estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, o secretário de Segurança do estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o general José Carlos de Nardi, o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o ministro da Defesa, Celso Amorim, se reuniram no dia 29/07/14 na cidade do Rio de Janeiro e decidiram pela prorrogação da presença das Forças Armadas na ocupação do complexo da Maré. Cerca de 2.400 membros do Exército e da Marinha participam da operação desde 05/04/14, e a saída estava marcada para o dia 31/07/14. Porém, eles permanecerão no local até a data marcada para o segundo turno das eleições, dia 26/10/14, quando se iniciará o processo de transição para a implantação de uma Unidade de Política Pacificadora no complexo. Para que a prorrogação da presença dos militares na Maré se concretize, a presidenta da República, Dilma Rousseff, deve assinar uma nova Garantia da Lei e da Ordem, instrumento que dá poder de polícia ao Exército e regulamenta o local e o período da ocupação. (Folha de S. Paulo – Cotidiano – 30/07/14; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 30/07/14)
terça-feira, 17 de junho de 2014
General criticou atuação das Forças Armadas em missões subsidiárias
Em
coluna opinativa para O Estado de S. Paulo, o general de Exército e ex-chefe do
Estado-Maior de Defesa, Rômulo Bini Pereira, escreveu sobre as Forças Armadas e
seu papel no Brasil. De acordo com o general, a Constituição Federal de 1988
estabelece, nos artigos 142 e 144, o papel das Forças Armadas e de seus órgãos
policiais responsáveis pela segurança pública, sendo a missão essencial das
Forças Armadas a defesa do território e da soberania nacionais, enquanto a
segurança pública deve ser exercida pelas Polícias Federal, Rodoviária e Ferroviária
Federais, Polícias Civil e Militar. Para ele, o emprego das Forças Armadas na
Garantia da Lei e da Ordem (GLO), no entanto, vem se tornando prática
significativa e preocupante, sendo este um tema muito sensível e sujeito a
inúmeras análises e interpretações, até mesmo de sua inconstitucionalidade.
Segundo Pereira, o Ministério da Defesa poderia ser um possível limitador desse
empenho geral, porém se mostra pouco eficaz em selecionar e priorizar o emprego
das Forças Armadas, uma vez que ações como, por exemplo, o emprego de efetivos
militares em favelas, afetam negativamente o lado operacional de sua principal
missão constitucional, que é a defesa da Pátria e de sua soberania. O general
criticou a vulnerabilidade externa do Brasil, e destacou que, com longas
fronteiras terrestres e marítimas, cobiças internacionais permanentes, efetivos
e orçamentos reduzidos e um cenário mundial incerto, as Forças Armadas
necessitam de meios de combate eficazes e modernos para a proteção, ao invés de
sprays de pimenta, cassetetes, jatos d’água ou balas de borracha que são
materiais específicos para os órgãos de segurança pública. Pereira questionou a
finalidade dessas transformações e a atuação na GLO e ressaltou que ter um
“braço armado” é um desejo histórico das esquerdas totalitárias. Segundo o
general, a presidenta da República, Dilma Rousseff, atribui às Forças Armadas
incumbências que acabam em ações que não se coadunam com suas missões
específicas. Por fim, Pereira concluiu que as Forças Armadas são uma instituição
de Estado, e não de governo, não podendo, assim, ser “braço armado” de governos
ou de quaisquer facções políticas. (O Estado de S. Paulo – Espaço Aberto –
11/06/14)
terça-feira, 22 de abril de 2014
Forças Armadas atuam na segurança pública durante greve da Polícia Militar na Bahia
Conforme publicado nos periódicos Folha de S.
Paulo e O Estado de S. Paulo, as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança
foram acionadas para atuar na segurança pública do estado da Bahia, por ocasião
da greve da Polícia Militar iniciada no dia 16/04/14. No mesmo dia, segundo O
Estado, a presidenta da República, Dilma Rousseff, assinou, a pedido do
governador do estado da Bahia, Jaques Wagner, decreto de Garantia da Lei e da
Ordem (GLO), autorizando o deslocamento de 8,5 mil militares para o estado, sob
o comando do general Racine Bezerra Lima, comandante da 6ª Região Militar. De
acordo com os jornais, a Justiça do estado de Bahia considerou ilegal a greve e
determinou a volta imediata dos policiais às atividades. Com a ausência de
policiamento, a criminalidade cresceu substancialmente, principalmente com
registros de saques a estabelecimentos comerciais. (Folha de S. Paulo –
Cotidiano – 17/04/14; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 17/04/14)
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Complexo de favelas da Maré é ocupado pelas Forças Armadas
De
acordo com os periódicos Correio Braziliense, Folha de S. Paulo e O Estado de
S. Paulo, a Operação Rio IX deu início, no dia 30/03/14, à ocupação do Complexo
de favelas da Maré, na cidade do Rio de Janeiro. A primeira fase da ocupação
contou com cerca de 1200 homens das Polícias Militar (PM) e Civil e 250
fuzileiros navais da Marinha, que contaram com o apoio de 4 helicópteros e 21
blindados. A operação iniciou-se às 5 horas da manhã e encerrou-se 15 minutos
depois. Já a segunda fase da operação, iniciou-se na manhã do dia 05/04/14, com
a entrada de 2500 homens do Exército, entre eles 2050 paraquedistas e com os
fuzileiros navais que já se encontravam no local, para assumir a posição das
forças de segurança pública do estado do Rio de Janeiro, sob o comando do
general Roberto Escoto, comandante da Brigada de Infantaria Paraquedista.
Segundo dois oficiais do Corpo de Fuzileiros Navais ouvidos pelo Estado, a
facilidade em concluir a primeira fase da operação foi resultado da estratégia
de mínimo dano adotada: a divulgação da ação permitiu aos traficantes deixar a
favela antes da ocupação, evitando resistência e tiroteio. Conforme a
Secretaria de Segurança Pública, na primeira semana de operação 118 pessoas
foram detidas e 450 quilogramas de drogas foram apreendidas juntamente com
grandes quantidades de armamentos. De acordo com as agências de inteligência três
chefes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), que atuavam na região, teriam
fugido alguns dias antes da ocupação para o Paraguai. Apesar da falta de
resistência e da fuga dos traficantes, as Forças Armadas receberam informações
dos serviços de inteligência de que o comando do tráfico planejou uma
retaliação às tropas que assumiram a ocupação. Tendo como alvo principal os
caminhões de transporte de militares que não são blindados, o que gerou uma
preocupação com a quantidade de explosivos desviados de mineradoras para
utilização em roubos a caixas eletrônicos. Segundo O Estado, Sérgio Cabral,
então governador do estado do Rio de Janeiro, queria que as Forças Armadas
permanecessem na ocupação até o fim do ano de 2014, quando estão programadas as
eleições, mas o governo federal decidiu que os militares ficarão até o fim da
Copa do Mundo, no dia 31/07/14. O ministro da Defesa, Celso Amorim, assinou a
diretiva que determina o emprego das tropas em missão de Garantia da Lei e da
Ordem (GLO), permitindo assim que as Forças Armadas efetuem prisões em
flagrante e façam patrulhamento e vistorias. A Brigada Paraquedista da cidade
do Rio de Janeiro tem apoio de batalhões e brigadas de outras regiões, como as
brigadas da cidade de Goiânia, no estado de Goiás, e a da cidade de Campinas,
em São Paulo. (Correio Braziliense – Brasil – 31/03/14; Folha de S. Paulo –
Cotidiano – 30/03/14; Folha de S. Paulo – 31/03/14; Folha de S. Paulo –
Cotidiano – 04/04/14; O Estado de S. Paulo – Metrópole – 29/03/14; O Estado de
S. Paulo – Metrópole – 31/03/14; O Estado de São Paulo – Metrópole – 02/04/14)
segunda-feira, 31 de março de 2014
Forças Armadas atuarão em favelas do Rio de Janeiro
Márcia
Foletto. Agência O Globo. Ocupação da Favela da Maré pelas Forças Armadas é o
primeiro passo para a instalação de mais uma UPP. Correio Braziliense,
Brasília, 25 de mar, 2014
Assinar:
Postagens (Atom)

