Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou “que a modernização das Forças Armadas (...) preencherá uma lacuna na ação diplomática e permitirá ao Brasil passar de “potência regional a grande potência” em 20 anos”. Jobim deverá apresentar uma lei para garantir a “perenidade” do investimento militar. O ministro também defendeu a atuação do Brasil no entorno sul-americano, na África ocidental e em pontos vitais para o interesse brasileiro, contudo afirmou que o país não atuará em operações de imposição de paz, como a que vem sendo executada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Líbia. Jobim participou do seminário “Oportunidades, escolhas e ambições do Brasil”, que foi promovido pela Chatham House britânica e o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri). Antes de sua palestra, o ministro foi provocado por Robin Niblett, diretor da Chatham House, que disse “se abster não é escolher”, referindo-se ao posicionamento do Brasil na votação que aprovou os ataques na Líbia. Rathin Roy, representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) afirmou que “Brasil, Índia e África do sul ainda não demonstraram por que querem uma cadeira permanente no Conselho de Segurança e continuam atuando nas margens das propostas das potências tradicionais” (Folha de S. Paulo – Mundo – 08/04/11)
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